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Novelas Trágicas eBook

de Marquês de Sade; Ilustração: Zansky
idioma: português do brasil
Editor: Carambaia, julho de 2022 ‧
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Ebook para wook reader
Em busca de reconhecimento literário e para escapar das acusações de libertinagem e depravação, Marquês de Sade produziu diversas novelas que dialogam com as regras de pudor e decência do século XVIII A primeira singularidade das Novelas trágicas reunidas aqui é que se tratam de textos do Marquês de Sade (1740-1814) destituídos de descrições de atos sexuais e torturas. Todas elas foram escritas entre 1787 e 1788, enquanto seu polêmico autor estava preso na Bastilha — onde passou, aliás, boa parte de sua vida. Ao que tudo indica, Sade redigiu essas novelas em busca de reconhecimento literário e para convencer a opinião pública de que não era o autor de livros obscenos que circulavam anonimamente. O projeto de narrar histórias "contidas nas regras do pudor e da decência" rendeu dezenas de novelas e contos, deixados em cadernos manuscritos. A leitura dos textos reunidos aqui deixa claro que Sade cumpriu com dedicação os requisitos que elegeu como obrigações dramáticas do romance, sobretudo compor "personagens vigorosos que, joguetes e vítimas daquela efervescência do coração conhecida com o nome de amor, nos mostram dele, de uma só vez, os perigos e os infortúnios". Na alma e na ação dos personagens, contudo, esconde-se o mesmo escritor subversivo e cruel das páginas libertinas.

Novelas Trágicas

de Marquês de Sade; Ilustração: Zansky

Propriedade Descrição
ISBN: 9788569002802
Editor: Carambaia
Data de Lançamento: julho de 2022
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 328
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788569002802
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Marquês de Sade

Escritor francês (1740-1814), a sua obra só viria a ser revalorizada no início do século, com Apollinaire e os surrealistas. Em Sade, o Surrealismo descobriu o reivindicador de uma liberdade total face à sociedade. De salientar os romances Cent Vingt Journées de Sodome (Cento e Vinte Dias de Sodoma, 1782-1785), Justine ou les Malheurs de la vertue (Justina ou as Infelicidades da Virtude, 1791), Philosophie dans le Boudoir (1795) e L'Histoire de Juliette et sa sœur (1797), em que às cenas de libertinagem se assimila uma peculiar forma de reflexão filosófica.

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