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Nana (Los Mejores Clásicos) eBook

Con Epílogo De Guy De Maupassant

de Émile Zola
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: PENGUIN CLÁSICOS, março de 2017 ‧
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Ebook para wook reader
Los mejores libros jamás escritos. Corre el año 1867, el año de la Exposición Universal. Mientras la Ville Lumière se llena de una élite cosmopolita que se pasea por sus majestuosos bulevares, el destino fatal de Nana, la hija de la lavandera de La taberna y cortesana de belleza provocadora que triunfa en el teatro de variedades, es el de la burguesía decadente. Esta novela, incluida en el ciclo de los Rougon-Macquart, y enmarcada en la crítica a la hipocresía y la corrupción moral de fin-de-siècle que vertebra la obra de Zola, se ganó, entre otros, la admiración de Flaubert: «¡Capítulo XIV, insuperable...! ¡Sí...! ¡Dios Todopoderoso...! ¡Incomparable!...». Esta edición incluye, como material adicional, una introducción de Henri Mitterand, catedrático emérito de las universidades de la Sorbona y Columbia, y reconocido experto de Zola; el cierre, a modo de epílogo, es un largo perfil del autor escrito por Guy de Maupassant. «Hija mía, donde hay mujeres, hay bofetadas.» Emilia Pardo Bazán dijo...«Como Homero daba voz y pasiones a los ríos, Zola presta amor al huerto abandonado, misterio maléfico a la mina, fatalidad atrayente a la taberna.»

Nana (Los Mejores Clásicos)

Con Epílogo De Guy De Maupassant

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491053606
Editor: PENGUIN CLÁSICOS
Data de Lançamento: março de 2017
Idioma: Espanhol
Páginas: 488
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Los Mejores Clasicos
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788491053606
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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