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Middlemarch eBook

de George Eliot
idioma: inglês
Editor: Woolf Haus Publishing, agosto de 2020 ‧
2,64€
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Ebook para ADE

''Many others have said it before, and more eloquently, but, man, is "Middlemarch" good. I mean, miss-your-stop-on-the-train and sneak-a-read-at-work good.'' - The New Yorker


Considered one the masterpieces of realist fiction, George Eliot''s novel, Middlemarch is a masterly evocation of diverse lives and changing fortunes in a provincial community. Peopling its landscape are Dorothea Brooke, a young idealist whose search for intellectual fulfillment leads her into a disastrous marriage to the pedantic scholar Casaubon; the charming but tactless Dr Lydgate, whose marriage to the spendthrift beauty Rosamund and pioneering medical methods threaten to undermine his career; and the religious hypocrite Bulstrode, hiding scandalous crimes from his past. As their stories interweave, George Eliot creates a richly nuanced and moving drama, hailed by Virginia Woolf as ''one of the few English novels written for adult people''.


''What do I think of Middlemarch? What do I think of glory.'' - Emily Dickinson


''The most meaningful lives, I''ve learned, are often not the extraordinary ones. They''re the ordinary ones lived with dignity. There''s perhaps no better expression of that wisdom than George Eliot''s Middlemarch.'' - The New York Times


About the author


George Eliot was the pen name of the novelist Mary Anne Evans. Born in 1819 in rural Warwickshire, in 1841 she moved to Coventry, the city she would later use as inspiration for the fictional town of Middlemarch. There she joined a circle of free-thinking intellectuals and lost her Christian faith. After a period abroad, she settled in London to work as an editor at the left-wing Westminster Review. Eliot openly co-habited with the married philosopher and critic George Henry Lewes in defiance of contemporary notions of propriety. Lewes encouraged her to write fiction, for which she adopted her male pseudonym. Although female authors were published under their own names during her lifetime, she wanted to escape the stereotype of women''s writing being limited to lighthearted romances. She also wanted to have her fiction judged separately from her already extensive and widely known work as an editor and critic. Another factor in her use of a pen name may have been a desire to shield her private life from public scrutiny, thus avoiding the scandal that would have arisen because of her relationship with the married George Henry Lewes.


She wrote seven novels, Adam Bede (1859), The Mill on the Floss (1860), Silas Marner (1861), Romola (1862-63), Felix Holt, the Radical (1866), Middlemarch (1871-72) and Daniel Deronda (1876), most of which are set in provincial England and known for their realism and psychological insight.


Middlemarch has been described by the novelists Martin Amis and Julian Barnes as the greatest novel in the English language - and triumphed in BBC Culture''s poll of the greatest British novels, as voted by the rest of the world.

Middlemarch

de George Eliot

Propriedade Descrição
ISBN: 9780648046646
Editor: Woolf Haus Publishing
Data de Lançamento: agosto de 2020
Idioma: Inglês
Páginas: 788
Tipo de produto: eBook
Coleção: Woolf Haus Classics
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9780648046646
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

George Eliot

Marian (Mary Anne) Evans, que se tornará conhecida como George Eliot, nasceu a 22 de novembro de 1819 em Arbury, na Grã-Bretanha.
Escreveu sete romances, entre eles Adam Bede (1859), O Moinho à Beira do Floss (1860), Silas Marner (1861), Middlemarch (1871-72) e Daniel Deronda (1876). A maioria deles tem por cenário a Inglaterra provinciana.
Marian Evans adotou o nome masculino de George Eliot para que os seus trabalhos fossem levados a sério. Embora autoras da época utilizassem os seus nomes próprios, Eliot quis escapar ao preconceito segundo o qual as mulheres apenas escreveriam romances ligeiros.
Enquanto criança, Marian Evans foi uma leitora voraz. A sua inteligência fez que o seu pai investisse numa educação fora do comum para uma mulher. Dos cinco aos nove anos, Evans frequentou, juntamente com a sua irmã Chrissey, a escola de Miss Latham em Attleborough. Passou depois para a escola de Mrs Wallington em Nuneaton e, finalmente, para a de Miss Franklin, em Coventry.
A partir dos dezasseis anos, Evans teve pouco acesso a uma educação formal. Mas, devido à importância do seu pai no mundo imobiliário, frequentou a biblioteca de Arbury Hall, o que a ajudou na sua formação clássica, sobretudo na literatura grega, que viria a marcar as suas obras.
Em 1836 a sua mãe faleceu, e Evans, com apenas dezasseis anos, regressou a casa. Mais tarde começou a questionar a fé religiosa, o que fez que o seu pai a quisesse expulsar.
Regressou a Londres em 1850, com o intuito de se tornar escritora. Alojou-se na casa de John Chapman, um editor radical que conhecera em Rosehill e publicara uma tradução sua. Chapman tinha comprado recentemente o The Westminster Review, de que Evans acabou por se tornar assistente editorial em 1851.
Também nesse ano, conheceu o filósofo e crítico George Henry Lewes. Três anos mais tarde decidiram viver juntos. Lewes era casado com Agnes Jervis, mas concordaram em ter uma relação aberta. Além dos três filhos que tiveram em conjunto, Agnes tinha mais dois filhos de Thornton Leigh Hunt.
Evans e Lewes acabaram por casar, passando a lua-de-mel na Alemanha.
Enquanto continuava a colaborar com o The Westminster Review, Marian Evans tinha resolvido tornar-se romancista, como anunciou num dos seus últimos ensaios para o jornal, «Silly Novels by Lady Novelists».
Em 1858, Amos Barton, a primeira parte de Scenes of Clerical Life, foi publicada na Blackwood Magazine, sendo bem recebida. O seu primeiro romance completo, Adam Bede, publicado em 1859, foi um êxito imediato, provocando curiosidade em torno deste novo «autor».
Marian Evans continuou a escrever romances durante quinze anos.
A 16 de maio de 1880, casou-se com um homem vinte anos mais novo que ela, de apelido Cross. Mudou de novo o seu nome, desta vez para Mary Anne Cross. O casamento teve o consentimento do seu irmão Isaac, que rompera relações com a irmã quando esta se juntara a Lewes. Cross era uma pessoa instável. Durante a lua-de-mel, atirou-se (ou caiu) da varanda do hotel para o Grande Canal em Veneza. Depois de voltar para Inglaterra, o casal mudou-se para Chelsea. Foi nesta altura que Evans adoeceu com uma infeção na garganta que, juntamente com a doença de fígado de que sofria há anos, acabou por a levar à morte a 22 de dezembro de 1880.
Tinha então 61 anos. Deixou um rasto de audácia amorosa na sua vida pessoal e uma obra invulgar, uma ficção realista e impregnada de introspeção psicológica, que fez dela uma das principais romancistas da era vitoriana.

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