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Meditações: Meditations (Edição Bilíngue) eBook

Edição Bilíngue Português - Inglês

de John Donne
idioma: português do brasil
Editor: LANDMARK, Janeiro de 2012 ‧
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"Nenhum homem é uma ilha, inteiramente isolado; todo homem é um pedaço de um continente, uma parte de um todo. Se um torrão de terra for levado pelas águas até o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse o solar de teus amigos ou o teu próprio; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntai: Por quem os sinos dobram; eles dobram por vós". Estas e outras citações; que, além da beleza poética, possuem o caráter preciso e filosófico da obra de John Donne; estão nesta sua última grande publicação. Ele escreveu suas Meditações como parte de uma obra maior "Devoções para Ocasiões Emergentes". Elas foram redigidas enquanto Donne estava gravemente doente, e foram publicadas em 1624. Suas reflexões a respeito da perenidade da vida e da preparação do corpo e do espírito frente ao encontro derradeiro com o Criador são apresentadas de um modo poético e complexo, refletindo toda as características metafísicas de uma produção literária ampla e vasta. A obra procura apresentar as reflexões do autor em relação à perenidade da vida e a preparação do corpo e do espírito para o encontro final com o criador.

Meditações: Meditations (Edição Bilíngue)

Edição Bilíngue Português - Inglês

de John Donne

Propriedade Descrição
ISBN: 9788588781658
Editor: LANDMARK
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 214
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788588781658

SOBRE O AUTOR

John Donne

Nasce em Londres, em 1573, numa família católica. Estudou primeiro em Oxford, mais tarde em Cambridge. Em 1572 vem até aos Açores, na expedição do Conde de Essex. Secretário de Lord Egerton, apaixona-se e casa secretamente com a sobrinha deste, Anne More, em 1601. O pai dela manda-o prender. Com a carreira arruinada, o poeta vai desempenhando diversos cargos menores até aceitar ser ordenado padre, em 1615. Nesta altura renega toda a sua poesia profana. Seis anos mais tarde é nomeado Deão da Catedral de S. Paulo, posto que ocupa até à sua morte em 1631. No final da vida, a fama advém-lhe dos poemas metafísicos, mas principalmente dos sermões.

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