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Las Ensoñaciones Del Paseante Solitario - Rosseau eBook

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, abril de 2025 ‧
1,90€
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Ebook para wook reader
Las ensoñaciones del paseante solitario, de Jean-Jacques Rousseau, es una obra íntima y reflexiva que reúne una serie de meditaciones escritas en los últimos años de su vida. Compuesta por diez "paseos" o caminatas imaginarias, la obra retrata a un Rousseau solitario, apartado de la sociedad y entregado a la contemplación de la naturaleza, la memoria y la introspección. Lejos del tono polémico de sus escritos anteriores, aquí predomina una voz melancólica, serena y filosófica, que busca comprender su lugar en el mundo y reconciliarse con su propia existencia. Publicada póstumamente, Sueños de un paseante solitario ha sido valorada por su profundidad emocional y su estilo lírico. Rousseau transforma sus caminatas en experiencias de autoconocimiento, donde la naturaleza actúa como refugio y espejo del alma. A través de sus recuerdos, sensaciones y pensamientos, la obra ofrece una visión del individuo como ser sensible, en constante búsqueda de autenticidad y armonía interior. La relevancia de esta obra perdura en su poderosa defensa de la subjetividad, la soledad elegida y la comunión con el entorno natural. Sueños de un paseante solitario es un testimonio conmovedor de la fragilidad humana, pero también una celebración de la libertad interior y del pensamiento libre que trasciende el juicio social.              

Las Ensoñaciones Del Paseante Solitario - Rosseau

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583864776
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 80
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9788583864776
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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