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La Puerta Estrecha eBook

André Gide

de André Gide
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, setembro de 2024 ‧
1,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
La puerta estrecha de André Gide es una profunda reflexión sobre el amor, el sacrificio y la búsqueda de la perfección espiritual. Publicada en 1909, esta obra se centra en los personajes de Alissa y Jérôme, quienes comparten un afecto mutuo desde la infancia, pero cuyo amor está marcado por la renuncia y el sufrimiento. A través de esta historia, Gide explora temas como la represión emocional, los conflictos entre el deseo y la moralidad, y la manera en que los ideales religiosos o filosóficos pueden moldear, y a veces distorsionar, las relaciones humanas. La puerta estrecha, título que hace referencia a la frase bíblica sobre el camino angosto hacia la salvación, es una metáfora del sacrificio constante que Alissa cree necesario para alcanzar la trascendencia espiritual, aunque esto la aleje de la felicidad terrenal. Desde su publicación, La puerta estrecha ha sido valorada por su enfoque introspectivo y su capacidad para retratar las tensiones entre el cuerpo y el espíritu. La novela invita al lector a reflexionar sobre los límites del sacrificio y la verdadera naturaleza del amor, planteando preguntas universales sobre el significado de la renuncia y el propósito de la vida.

La Puerta Estrecha

André Gide

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558944973
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 96
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9786558944973
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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