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La Lyre Grecque eBook

de Salvatore Quasimodo
Livro eBook
idioma: francês
Editor: Éditions Vagabonde, maio de 2018 ‧
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Ebook para ADE
Redonner à des textes antiques valeur de voix poétique : tel fut le défi que se lança Salvatore Quasimodo. Tenter d''approcher de façon vraisemblable le « chant » qu''ils véhiculent, la « cadence interne de la parole érigée en vers » créatrice de sens. Si cette approche déconcerta nombre de ses contemporains (ils finirent pas céder devant tant d''éclat), aujourd''hui encore on peut ressentir le souffle constant qui anime ces pages lumineuses.

La Lyre Grecque

de Salvatore Quasimodo

Propriedade Descrição
ISBN: 9782919067480
Editor: Éditions Vagabonde
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Francês
Páginas: 216
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Francês > Arte > Artes de Palco
eBooks em Francês > Literatura
EAN: 9782919067480
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Salvatore Quasimodo

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1959

Poeta e tradutor italiano, nascido a 20 de agosto de 1901, em Módica, Siracusa, na Sicília, e falecido a 14 de junho de 1968, em Nápoles. Com o intuito de ser engenheiro, frequentou escolas técnicas de Palermo e o Politécnico de Roma. Paralelamente, estudou Latim e Grego na Universidade da capital italiana. Contudo, devido a dificuldades financeiras teve de abandonar os estudos para começar a trabalhar como engenheiro civil para o governo italiano. No entanto, Quasimodo escrevia poesia e, em 1930, publicou três poemas numa revista vanguardista italiana. Nesse mesmo ano, lançou o primeiro livro de poesia, Acque e terre, seguido, em 1932, de Òboe sommerso, obras onde a sua Sicília natal marcou sempre presença. Em 1938, deixou a carreira de engenheiro civil para se dedicar exclusivamente à arte da escrita, tendo ocupado, a partir de então, o cargo de editor da revista semanal italiana Tempo. Três anos mais tarde, passou a dirigir o Departamento de Literatura Italiana do Conservatório Giuseppe Verdi, em Milão. Nos anos 40, Salvatore Quasimodo repartiu-se entre a produção própria de poesia e a tradução de outros poetas, desde os clássicos do Grego e do Latim (Sofócles, Ovídio,Virgílio, Eurípides ), a William Shakespeare, Molière, Pablo Neruda ou Edward E. Cummings. Durante a Segunda Guerra Mundial, o poeta sentiu-se mais ligado às necessidades do povo e exprimiu isso mesmo nos seus poemas, que resultaram nas obras Giorno dopogiorno e La vita non è sogno, de 1946 e 1949, respetivamente. Os trabalhos seguintes de Salvatore Quasimodo demonstraram um maior apego ao lado positivo da vida, como ficou patente na obra La terra impareggiabile, de 1958. O poeta deixou de lado um certo individualismo na sua obra para ficar mais patente um apego à sociedade. O ponto alto da sua carreira aconteceu em 1959, quando lhe foi atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Mas, para além do Nobel, Salvatore Quasimodo ganhou outros galardões como o Prémio Internacional Etna-Taormina, em 1953, que partilhou com o poeta Dylan Thomas.

Salvatore Quasimodo. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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