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Dia Rere Dia

de Salvatore Quasimodo
idioma: espanhol, catalão
Editor: Eumo Editorial SAU, fevereiro de 2005 ‧
14,27€
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Quasimodo va escriure Dia rere dia sota la dura experiència del domini nazi. En aquest llibre, qualificat de ?realisme ètic? per algun crític, Quasimodo clarifica un poc el seu llenguatge hermètic per denunciar la injustícia i la brutalitat de la guerra, per lluitar contra la barbàrie i per fer crítica social, sense caure mai, però, en el pamflet prosaic ni renunciar a les seves arrels clàssiques.

Dia Rere Dia

de Salvatore Quasimodo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788497661027
Editor: Eumo Editorial SAU
Data de Lançamento: fevereiro de 2005
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
EAN: 9788497661027

SOBRE O AUTOR

Salvatore Quasimodo

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1959

Poeta e tradutor italiano, nascido a 20 de agosto de 1901, em Módica, Siracusa, na Sicília, e falecido a 14 de junho de 1968, em Nápoles. Com o intuito de ser engenheiro, frequentou escolas técnicas de Palermo e o Politécnico de Roma. Paralelamente, estudou Latim e Grego na Universidade da capital italiana. Contudo, devido a dificuldades financeiras teve de abandonar os estudos para começar a trabalhar como engenheiro civil para o governo italiano. No entanto, Quasimodo escrevia poesia e, em 1930, publicou três poemas numa revista vanguardista italiana. Nesse mesmo ano, lançou o primeiro livro de poesia, Acque e terre, seguido, em 1932, de Òboe sommerso, obras onde a sua Sicília natal marcou sempre presença. Em 1938, deixou a carreira de engenheiro civil para se dedicar exclusivamente à arte da escrita, tendo ocupado, a partir de então, o cargo de editor da revista semanal italiana Tempo. Três anos mais tarde, passou a dirigir o Departamento de Literatura Italiana do Conservatório Giuseppe Verdi, em Milão. Nos anos 40, Salvatore Quasimodo repartiu-se entre a produção própria de poesia e a tradução de outros poetas, desde os clássicos do Grego e do Latim (Sofócles, Ovídio,Virgílio, Eurípides ), a William Shakespeare, Molière, Pablo Neruda ou Edward E. Cummings. Durante a Segunda Guerra Mundial, o poeta sentiu-se mais ligado às necessidades do povo e exprimiu isso mesmo nos seus poemas, que resultaram nas obras Giorno dopogiorno e La vita non è sogno, de 1946 e 1949, respetivamente. Os trabalhos seguintes de Salvatore Quasimodo demonstraram um maior apego ao lado positivo da vida, como ficou patente na obra La terra impareggiabile, de 1958. O poeta deixou de lado um certo individualismo na sua obra para ficar mais patente um apego à sociedade. O ponto alto da sua carreira aconteceu em 1959, quando lhe foi atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Mas, para além do Nobel, Salvatore Quasimodo ganhou outros galardões como o Prémio Internacional Etna-Taormina, em 1953, que partilhou com o poeta Dylan Thomas.

Salvatore Quasimodo. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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