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Judas Iscariot eBook

Leonid Andreiev

de Leonid Andréev
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, maio de 2024 ‧
1,90€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Leonid Andreyev is widely considered one of the most talented writers in Russian literature. In his prose, he reflected the influence of A. Chekhov's realism, the fascination with psychological paradoxes of F. Dostoevsky, and a constant obsession with the insignificance of life and the inevitability of death, in the manner of L. Tolstoy. In "Judas Iscariot," Leonid Andreyev leads us to reflect on the true role of Judas in the Passion of Christ and suggests a possible interpretation: that the betrayal perpetrated by Judas was a kind of destiny to which he could not resist. It will be up to the reader to answer this and other questions, or perhaps, be left even more in doubt after reading this small masterpiece by Leonid Andreyev.

Judas Iscariot

Leonid Andreiev

de Leonid Andréev

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558942528
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 130
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786558942528
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Leonid Andréev

Leonid Andréev (1871-1919), génio louco e revoltado, é um dos autores mais importantes da literatura russa do século XX, famoso por obras como Os Sete Enforcados (1904) e O Riso Vermelho (1908). Leitor voraz de Schopenhauer, Dostoiévski e Nietzsche, estudou Direito em São Petersburgo e Moscovo, e cedo se tornou prisioneiro do álcool e de tendências suicidas. Foi dramaturgo, fotógrafo e militante anticzarista. Laços de amizade uniam-no a Gorki, com quem se desentendeu devido à publicação do conto As Trevas. Legou-nos a sensibilidade desenfreada de uma escrita intrépida, uma obra magistral pautada pelo fatalismo e uma voz premonitória que ecoa na modernidade e nos seus condenados e algozes. Intitulava-se um apóstolo da autoaniquilação, versando como ninguém o caos do mundo e a loucura e as tragédias do seu semelhante. Encarava o terror bolchevique como um mal absoluto e exilou-se na Finlândia, onde morreu só e na penúria. A sua obra foi censurada pelas autoridades soviéticas até ao final da década de 1950.

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