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I The Supreme eBook

de Augusto Roa Bastos
idioma: inglês
Editor: Knopf Doubleday Publishing Group, fevereiro de 2019 ‧
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Ebook para ADE
I the Supreme imagines a dialogue between the nineteenth-century Paraguayan dictator known as Dr. Francia and Policarpo Patiño, his secretary and only companion. The opening pages present a sign that they had found nailed to the wall of a cathedral, purportedly written by Dr. Francia himself and ordering the execution of all of his servants upon his death. This sign is quickly revealed to be a forgery, which takes leader and secretary into a larger discussion about the nature of truth: "In the light of what Your Eminence says, even the truth appears to be a lie."

Their conversation broadens into an epic journey of the mind, stretching across the colonial history of their nation, filled with surrealist imagery, labyrinthine turns, and footnotes supplied by a mysterious "compiler." A towering achievement from a foundational author of modern Latin American literature, I the Supreme is a darkly comic, deeply moving meditation on power and its abuse—and on the role of language in making and unmaking whole worlds.

I The Supreme

de Augusto Roa Bastos

Propriedade Descrição
ISBN: 9781984898142
Editor: Knopf Doubleday Publishing Group
Data de Lançamento: fevereiro de 2019
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9781984898142
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Augusto Roa Bastos

Augusto Roa Bastos (Assunção, 13 de junho de 1917 - Assunção, 26 de abril de 2005) foi um escritor paraguaio, conhecido nas áreas do ensaio, do roteiro, da poesia e do romance.
Entre 1932 e 1935, participou como enfermeiro na Guerra do Chaco, entre a Bolívia e o Paraguai, com apenas 15 anos. Em 1947 é obrigado a ir para o exílio, devido à perseguição da ditadura, na Argentina, onde publica pela primeira vez.
Em 1970, devido a outra ditadura, é obrigado a exilar-se na Europa, na França, onde ensina literatura hispano-americana.
Em 1982, numa breve visita ao seu país, perde a nacionalidade paraguaia e passa a ter nacionalidade espanhola.
Recebe diversos reconhecimentos públicos pelo mérito, originalidade e qualidade da sua obra, entre os quais o "Concours International de Romans Losada" (1959), o "Prix du Memorial de America Latina" (1988) e é distinguido com o Prémio Miguel de Cervantes em 1989. Sua obra está traduzida para cerca de 25 idiomas.

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