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Hijo De Hombre

de Augusto Roa Bastos
idioma: espanhol
Editor: ETERNA CADENCIA EDITORA SRL, CUIT, setembro de 2024 ‧
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Hijo de hombre (1960) colocó a Augusto Roa Bastos como precursor de la modernidad literaria en el continente. Con una estructura que altera el discurso cronológico y los planos espaciales, Roa Bastos construye un relato estremecedor sobre las marcas que dejó en el pueblo paraguayo una historia trágica y a la vez grandiosa. Los personajes que recorren estas páginas viven, a la luz del legado de sus muertos y el pasado, una realidad que los va tragando lenta pero inexorablemente, signada por la pobreza, la represión desmedida, la explotación y el abandono, ecos de episodios atroces como la Guerra de la Triple Alianza, la Dictadura Perpetua o la guerra del Chaco.Una novela sobre el poder y sus perversiones, pero también sobre esa herencia guaraní que plasma, como señala el propio autor, la expresión y la vida cotidiana con un discurso informulado pero ineludible, producto de mitos, símbolos y una cosmogonía a veces imposibles de aprehender por el castellano.

Hijo De Hombre

de Augusto Roa Bastos

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412846263
Editor: ETERNA CADENCIA EDITORA SRL, CUIT
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 140 x 220 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 416
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788412846263

SOBRE O AUTOR

Augusto Roa Bastos

Augusto Roa Bastos (Assunção, 13 de junho de 1917 - Assunção, 26 de abril de 2005) foi um escritor paraguaio, conhecido nas áreas do ensaio, do roteiro, da poesia e do romance.
Entre 1932 e 1935, participou como enfermeiro na Guerra do Chaco, entre a Bolívia e o Paraguai, com apenas 15 anos. Em 1947 é obrigado a ir para o exílio, devido à perseguição da ditadura, na Argentina, onde publica pela primeira vez.
Em 1970, devido a outra ditadura, é obrigado a exilar-se na Europa, na França, onde ensina literatura hispano-americana.
Em 1982, numa breve visita ao seu país, perde a nacionalidade paraguaia e passa a ter nacionalidade espanhola.
Recebe diversos reconhecimentos públicos pelo mérito, originalidade e qualidade da sua obra, entre os quais o "Concours International de Romans Losada" (1959), o "Prix du Memorial de America Latina" (1988) e é distinguido com o Prémio Miguel de Cervantes em 1989. Sua obra está traduzida para cerca de 25 idiomas.

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