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Historia De La Mujer Caníbal eBook

de Maryse Condé
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: IMPEDIMENTA, Janeiro de 2024 ‧
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Una pequeña joya ambientada en la Sudáfrica post-apartheid. Una novela sobre la supervivencia y la soledad, donde Maryse Condé condensa la sabiduría, la belleza y la rabia de toda una vida.El marido de Rosélie acaba de ser asesinado. Sola en Ciudad del Cabo, se siente una extranjera en tierra hostil, un punto negro en el rostro de un país cuyas heridas siguen cicatrizando.Quisiera volver a casa, pero ¿cuál es su casa? Nacida en Guadalupe, educada en Francia, el color de su piel la ha perseguido por cuatro continentes: no hay lugar en el mundo que le haya dado tregua. Además, el misterio de la muerte de Stephen abre una caja de Pandora de habladurías, rumores y sospechas. Por primera vez, Rosélie duda: ¿quién fue realmente su marido? Ella, que fue pintora, ya no puede pintar. Ella, una médium capaz de devolverle el sueño a todos sus pacientes, no logra conciliar el suyo. En este relato de supervivencia, Maryse Condé desentierra una vida de desarraigo y lucha, y en tinta negra sobre páginas blancas consigue demostrar una vez más que en la vida, por mucho que a veces lo parezca, nada es blanco ni negro.CRÍTICA«La última novela de Maryse Condé, la duodécima, es un retrato psicológico de gran realismo, a veces insoportable, del dolor de una mujer tras el asesinato sin resolver de su pareja durante 20 años.» ?Elizabeth Schimdt, The New York Times«Los intentos de reconstruir las identidades "negras" impregnan una narración que explora sus contradicciones y escollos, revelando siempre sutilmente su impacto en el destino de los individuos.» ?Emmanuelle Tremblay, Spirale Magazine«Una deliciosa ironía de libro.» ?Pop Matters«Una novela elegíaca impregnada de lirismo azul, ingenio mordaz y comentarios punzantes sobre la semiótica del color de la piel, los trágicos legados de la diáspora africana y los equívocos que encierran las relaciones multiculturales. Como un jardín nocturno, el relato de Condé es misterioso, evocador e inquietante.» ?Donna Seaman, Booklist

Historia De La Mujer Caníbal

de Maryse Condé

Propriedade Descrição
ISBN: 9788419581440
Editor: IMPEDIMENTA
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Idioma: Espanhol
Páginas: 320
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Impedimenta
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788419581440
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Maryse Condé

Maryse Condé (1934-2024) nasceu em Guadalupe e é autora de uma vasta obra, que inclui romances, peças de teatro, literatura para a infância, ensaios e textos autobiográficos. Doutorada em Literatura Comparada pela Sorbonne, em Paris, teve uma importante carreira académica, não só em França, mas também nos Estados Unidos da América, onde lecionou literatura francófona em universidades como Harvard e Columbia.

Em 1976 publicou o seu primeiro romance Hérémakhonon (que significa «À Espera da Felicidade» na língua malinke da África Ocidental). Mas foi Ségou, editado em 1984, que projetou a escritora para a fama. O romance conta a história de um conselheiro real no Império Bambara da África Ocidental, que floresceu nos séculos XVIII e XIX, mas que entrou em colapso sob a pressão das forças europeias e islâmicas. No seu último livro, O Evangelho do Novo Mundo, Condé escreve uma espécie de testamento, no qual se interroga, com pesar, sobre a forma como o mundo gira. Trata-se de uma reinterpretação da Bíblia, transposta para Guadalupe, escrita em homenagem a José Saramago. O livro foi finalista do Booker Prize International em 2023.

Pelo conjunto da sua obra, a autora foi distinguida em 2018 com o Prémio New Academy, o «Nobel alternativo» de Literatura; em 2020 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito pelo presidente Macron e, em 2021, o Prémio Mundial Cino del Duca.

A escravatura, o colonialismo, o racismo, a identidade e a maternidade são temas determinantes na obra da autora, considerada como a mais importante voz das letras das Caraíbas. Nas palavras de Emmanuel Macron, presidente francês: «Gigante das letras, Maryse Condé soube pintar as dores e as esperanças, de Guadalupe a África, das Caraíbas à Provença. Numa linguagem de luta e esplendor que é única e universal. Livre.»

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