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Fruits Of The Earth - Gide eBook

de André Gide
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, abril de 2024 ‧
1,90€
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Ebook para wook reader
The French writer, André Gide, Nobel Laureate in Literature in 1947, wrote "The Fruits of the Earth" while suffering from tuberculosis. In the form of a long letter or discourse to an imaginary correspondent - Nathanael, an idealized disciple and companion - it appears to be a hymn to the intoxicating pleasures of everyday life, truly appreciable only by someone close to death, for whom each breath is miraculous. It speaks of sensations such as the taste of blackberries, the flavor of lemons, and the peculiar feeling that one can only obtain in the shade of certain well-kept gardens. The central idea is that we should let our senses guide us, without any repression, without any anguish: traveling without a destination, savoring every small detail that nature reserves for our pleasure. Gide wrote "The Fruits of the Earth" while still young and managed to infuse his work with an intensity and sense of urgency that few writers have achieved.

Fruits Of The Earth - Gide

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558943006
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 120
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Autoajuda
eBooks em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9786558943006
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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