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Father'S Law eBook

de Richard Wright
idioma: inglês
Editor: Harper Perennial Modern Classics, outubro de 2009 ‧
7,99€
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Ebook para ADE

"An intense, provocative, and vital crime story that excavates paradoxical dimensions of race, class, sexism, family bonds, and social obligation while seeking the deepest meaning of the law." — Booklist

Originally published posthumously by his daughter and literary executor Julia Wright, A Father’s Law is the novel Richard Wright, acclaimed author of Black Boy and Native Son, never completed. Written during a six-week period prior to his death in Paris in 1960, it offers a fascinating glimpse into the writer’s process as well as providing an important addition to Wright’s body of work.

In rough form, Wright expands the style of a crime thriller to grapple with themes of race, class, and generational conflicts as newly appointed police chief Ruddy Turner begins to suspect his own son, Tommy, a student at the University of Chicago, of a series of murders in Brentwood Park. Under pressure to solve the killings and prove himself, Turner spirals into an obsession that forces him to confront his ambivalent relationship with a son he struggles to understand.

Prescient, raw, and powerful, A Father''s Law is the final gift from a literary giant.

"We can be grateful for what [Wright] left behind and for what this book gives us to contemplate."  — Washington Post Book World

Father'S Law

de Richard Wright

Propriedade Descrição
ISBN: 9780061980527
Editor: Harper Perennial Modern Classics
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Inglês
Páginas: 320
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9780061980527
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Richard Wright

Tido por um dos autores afro-americanos mais importantes do século XX, Richard Wright (1908-1960) foi uma figura tutelar para James Baldwin e influenciou escritores como Ralph Ellison e Amiri Baraka. No seu percurso de vida – da infância no Mississípi e nos bairros pobres de Chicago à consagração como intelectual e uma das vozes mais ativas na condenação do racismo nos EUA –, a liberdade e a escrita andaram sempre de mãos dadas. Na sua obra, a representação de figuras violentas aprisionadas pelo sistema racial aliava-se ao desejo de dar voz à raiva contida dos negros, denunciando a sua desumanização. Celebrizou-se com a publicação do romance Native Son (1940), adaptado ao teatro por Orson Welles, de Twelve Million Black Voices (1941), comparado a Let Us Now Praise Famous Men, de James Agee e Walker Evans, e da autobiografia Black Boy (1945). Em 1946, em fuga de uma sociedade abertamente racista que lhe negava a liberdade de ser e de escrever, exilou-se com a família em Paris.

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