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Eu Serei A Última eBook

de Nadia Murad
Livro eBook
Editor: Objectiva, dezembro de 2017 ‧
14,99€
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Ebook para wook reader
Um testemunho íntimo de sobrevivência, uma história terrível e inspiradora.

A 15 de Agosto de 2014 a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua aldeia, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e levaram a cabo um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos seus irmãos e amontoaram os corpos em valas comuns.

Nadia, que tinha então 21 anos, foi sequestrada e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente até que, numa noite, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul.

Para que não se esqueça, porque quer ser a última a vivê-la, Nadia conta a sua história.

Eu Serei A Última

de Nadia Murad

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896654139
Editor: Objectiva
Data de Lançamento: dezembro de 2017
Idioma: Português
Páginas: 384
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789896654139
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Assustador...

BD

Depois de ler este testemunho, pergunto-me como Nadia conseguiu sobreviver a tantas provações...é um testemunho inspirador de sobrevivência, mas também da maldade e loucura dos extremistas do Estado Islâmico. Espero que este livro nos inspire a ser mais solidários com os refugiados e a dar-lhes um porto seguro onde possam viver em paz.

Fantástico livro, história aterradora

Gonçalo

O livro é fantástico e dá-nos uma visão trágica das atrocidades cometidas pelo auto-proclamado Estado Islâmico. Esperemos que a Nadia tenha sido a última.

Impossível ficar indiferente

Carlos Costa

Este é um livro que todos deveriam ler. É impressionante e chocante ler este livro e saber na primeira pessoa o que o povo Yazidi passou e que a Nádia sofreu e mesmo assim conseguiu sobreviver. Não consigo entender como ela foi capaz de lutar e viver com tanto sofrimento. Este livro deveria ser lido por aquele tipo de pessoas que se queixam todos os dias por tudo e por nada, de simples detalhes da sua vida egoísta. Ela, e a família dela, e todas as pessoas que sofreram aquele terrível ataque não mereciam. Não consigo entender como é possível viver com tanta dor e sofrimento, mas ela tem coragem e apesar de tudo, o que ela já fez é muito meritório. A sensação que fiquei no fim de ler este livro, é que gostava de fazer algo para a ajudar este povo...

Um despertar de consciências

Carolina Miranda

Nadia Murad narra um poderoso testemunho de quem viveu o flagelo da guerra. Um conflito que ainda parece pouco palpável enquanto perpetradora de genocídio e de violência sexual contra a população civil. Mas Nadia Murad não se limitou a sobreviver. Transformou a sua dor num bastião de coragem e luta, um despertar de consciência para uma realidade que, apesar de se aparentar distante, não deverá ser ignorada.

Completamente arrasador

Tânia

Ler este livro, uma autêntica provação da coragem humana, foi difícil lê-lo. Nadia é uma heroína não só por ter sobrevivido ao Inferno mas também porque depois disso ainda decidiu contar a sua história. Recomendo pois apesar de extremamente intenso é uma prova da sobrevivência e coragem humana.

Devastador

Orquídea Ribeiro

Um livro muito intenso, que acorda o nosso subconsciente para uma realidade devastadora. Desde a primeira pagina, sentimos que fazemos parte daquela família, e cada momento é vivido com muita intensidade.

Uma relato de horrores e coragem

DR

Impossível ficar indiferente perante o horror que passou esta Mulher e todas as outras que ela representa, escravizadas, violentadas, mortas, sofrem horrores nas mãos de seres inumanos que em nome de uma falsa ideologia desculpam o que fazem. Um livro cruel, emocionante um relato trágico e de muita coragem e luta, uma sobrevivente. Um livro que todos deveriam ler, e que eu recomendo sem hesitar.

SOBRE O AUTOR

Nadia Murad

Nadia Murad foi vítima da jihad sexual do Estado Islâmico. Escapou e contra-atacou: converteu-se em defensora dos Direitos Humanos - a primeira pessoa a ser nomeada Embaixadora da Boa Vontade para a Dignidade dos Sobreviventes de Tráfico de Seres Humanos.

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