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Ensayo Sobre El Origen De Las Lenguas eBook

de Jean-Jacques Rousseau
Livro eBook
Editor: Fondo de Cultura Económica, março de 2025 ‧
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Ebook para ADE
Si este ensayo es una premonición de algunos de los derroteros de la lingüística actual y de la neorretórica francesa, también admite ser leído como uno de los textos pioneros de la relativización de las ideas y las creencias; un proyecto de etnología, un esbozo de historia de la evolución del lenguaje que es también una historia de la humanidad. La idea que el autor tiene de la lengua escrita en contraposición a la hablada remite a una concepción y a un tratamiento alternativos del lenguaje: a veces como código, a veces como flujo. Es, en definitiva, una obra que la discusión contemporánea precisa como uno de sus lugares obligados.

Ensayo Sobre El Origen De Las Lenguas

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9786071635624
Editor: Fondo de Cultura Económica
Data de Lançamento: março de 2025
Páginas: 84
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade: PDF para ADE
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9786071635624

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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