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El Fuego Y El Sol eBook

Por Qué Platón Desterró A Los Artistas

de Iris Murdoch
idioma: espanhol
Editor: SIRUELA, setembro de 2016 ‧
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En este libro, basado en las conferencias que dictó en Roma en 1976, Iris Murdoch examina la visión de Platón sobre el arte y, en particular, las razones de la manifiesta hostilidad del filósofo hacia él. Para ello la autora, al tiempo que realiza un sintético recorrido por los elementos que fundamentan las teorías platónicas sobre la Belleza, busca una explicación al hecho de que el pensador griego atribuyera tanta importancia en su obra al papel que desempeña la Belleza, pero, paradójicamente, denigrara a los artistas. Apoyándose en el contraste entre las engañosas sombras del fuego de la Caverna y la luz del sol, iluminadora de la Verdad, Murdoch pone de relieve la labor primordial que desempeñan los creadores en la revelación de lo trascendente. Su certero examen se ve además enriquecido con las ideas sobre esta inagotable y apasionante cuestión de figuras tan destacadas como Kant, Kierkegaard, Freud, Tolstói o Jane Austen.

El Fuego Y El Sol

Por Qué Platón Desterró A Los Artistas

de Iris Murdoch

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416854301
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Espanhol
Páginas: 132
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788416854301
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Iris Murdoch

Jean Iris Murdoch (Dublin, 15 de julho de 1919 - Oxford, 8 de fevereiro de 1999) foi uma filósofa irlandesa.
Estudou Literaturas Clássicas, História Antiga e Filosofia no Somerville College, e fez uma pós-graduação também em Filosofia. Foi membro ativo do Partido Comunista até se distanciar da ideologia. Trabalhou na U.N.N.R.A. e deu aulas no Royal College of Art.
A partir de 1963 dedicou-se à escrita, tendo produzido 26 romances em 40 anos, os últimos escritos já enquanto sofria de Alzheimer. Em todas as suas obras podem ser observadas discussões com os filósofos, tendo como inimigo o caráter fatalista que o pensamento existencialista desencadeou.
Escreveu romances, contos, ensaios, peças e poemas. Entre as suas obras mais célebres estão O Mar, o Mar, vencedor do Prémio Booker (1978), O Príncipe Negro, vencedor do Prémio James Tait Black Memorial Prize (1973) e Os Olhos da Aranha (1956).
Em 2008, foi nomeada na lista «50 maiores escritores britânicos desde 1945», do The Times.

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