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Diferencia Entre La Filosofía De La Naturaleza En Demócrito Y En Epicuro eBook

La Tesis De Marx: Una Mirada Griega Para Pensar El Mundo Moderno

de Karl Marx
idioma: espanhol
Editor: BIBLIOTECA NUEVA, maio de 2026 ‧
6,99€
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Ebook para ADE
«Diferencia entre la filosofía de la naturaleza en Demócrito y en Epicuro» es la tesis doctoral de Marx, escrita en 1841 y publicada de forma póstuma en 1902. En ella utiliza la lógica dialéctica de Hegel para analizar en detalle las diferencias y consecuencias entre la física de dos grandes pensadores de la Antigüedad: Demócrito y Epicuro. ¿Qué es la naturaleza? ¿Cómo entender el mundo sin recurrir a los dioses? Ambos filósofos griegos tienen una cosmovisión muy radical de la realidad; desde la perspectiva de Marx, Epicuro se erige como la figura filosófica más avanzada del materialismo antiguo, realzada frente al materialismo más convencional de Demócrito.

Diferencia Entre La Filosofía De La Naturaleza En Demócrito Y En Epicuro

La Tesis De Marx: Una Mirada Griega Para Pensar El Mundo Moderno

de Karl Marx

Propriedade Descrição
ISBN: 9791388115158
Editor: BIBLIOTECA NUEVA
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Espanhol
Páginas: 224
Tipo de produto: eBook
Coleção: No Ficcion
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9791388115158
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Karl Marx

Filósofo alemão nascido em Trèves (Renânia) em 1818. Acerca dele se afirmou: «No século dezanove foi o pensador que teve, de longe, a influência mais direta, deliberada e poderosa sobre a Humanidade» (Isaiah Berlin). Sensível aos problemas sociais da época, foi influenciado pelas doutrinas do socialismo utópico de Saint-Simon, Charles Fourier e Robert Owen e pelas teorias da economia política de Adam Smith e David Ricardo, que tentou superar.
O pensamento de Marx define-se essencialmente em oposição ao idealismo hegeliano, embora dele retome a conceção dinâmica da realidade e os princípios da dialética, reinterpretando-os à luz de uma conceção materialista. A crítica fundamental que faz a Hegel é a de que este apenas se apercebeu do desenvolvimento espiritual abstrato, quando a ideia não é mais que «a matéria, trasladada e transformada na cabeça do homem», provocando, simultaneamente, uma inflexão no agir filosófico, afastando-o do domínio puramente teorético para o inserir na esfera da intervenção prática - «até ao presente, os filósofos só se têm preocupado com a interpretação do mundo segundo várias óticas. Todavia, o problema está em ser capaz de o transformar».

Recusando a transposição hegeliana do facto empírico para o plano metafísico, defende que não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas o seu ser social que determina a consciência. É a partir dessa premissa que Marx constitui o sistema do materialismo histórico, segundo o qual os processos económicos estão na base de toda a evolução da humanidade, considerando todas as restantes manifestações socioculturais como meras superestruturas ideológicas, estritamente determinadas pelas relações de produção vigentes.
A história das sociedades é encarada como um longo processo dialético em que as classes oprimidas, vítimas de relações de produção desiguais, se revoltam contra as classes dominantes, instaurando uma nova ordem económica. A luta de classes percorre, portanto, todo o devir da humanidade, desde a antiguidade (sociedade esclavagista em que se opõe ao homem livre o escravo), passando pela sociedade feudal (oposição entre suserano e servo), até à sociedade capitalista, na qual a revolução do proletariado, através da abolição da propriedade privada e da coletivização dos meios de produção, suprimirá todos os antagonismos, instaurando o comunismo e a sociedade sem classes.

Marx debruçou-se em particular sobre a formação e a essência do capitalismo considerando que este se fundamenta numa apropriação indevida da mais-valia gerada pelo trabalho numa lógica de acumulação e concentração de riqueza que deixa completamente de lado a função social do trabalho e reduz o proletariado a um estado de alienação em que o trabalho deixa de ser um fator de realização pessoal. A religião, que classifica como «ópio do povo», associa-se a esse processo de alienação, prometendo aos proletários uma satisfação extramundana em troca da sua submissão à ordem estabelecida.
Marx morreu em Berlim em 1883. O seu sistema, desenvolvido em grande parte em colaboração com Friedrich Engels (1820-1895) e imbuído de objetivos sociais reformistas e emancipadores, marcou decisivamente toda a filosofia política contemporânea.

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