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Diario De Un Hombre Superfluo eBook

de Ivan Turguéniev; Ilustração: Juan Berrio
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: NORDICA LIBROS, fevereiro de 2016 ‧
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Poco antes de morir, Chulkaturin decide iniciar un diario con el que se despedirá de este mundo. No sabe qué puede contar, pues se considera, simplemente, un hombre superfluo, prescindible por completo. Su infancia fue normal y no ha hecho nada reseñable en toda su vida. Tampoco se ha preocupado por sus relaciones con los demás. Ni siquiera cuando conoció a Yelizaveta... El concepto de hombre superfluo, como hombre inteligente, sensible e idealista pero nihilista e indeciso, se hizo popular gracias a la publicación de esta obra de Iván Turguénev en 1850. Este es un personaje tipo en la literatura rusa del siglo XIX y su recurrente presencia en poemas, novelas y teatro acabó convirtiéndolo en un arquetipo nacional. Juan Berrio ha ilustrado magníficamente este clásico inolvidable.

Diario De Un Hombre Superfluo

de Ivan Turguéniev; Ilustração: Juan Berrio

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416440542
Editor: NORDICA LIBROS
Data de Lançamento: fevereiro de 2016
Idioma: Espanhol
Páginas: 125
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Ilustrados
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788416440542
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ivan Turguéniev

Ivan Turgueniev nasceu em Orel, no Império Russo, a 9 de novembro de 1818. A sua obra-prima, Pais e Filhos, é considerada uma das grandes marcas do século XIX. Aos 25 anos, com a publicação de Parasha obteve, pela primeira vez, a atenção da crítica. Com os romances Rudin, Gnedo, Dvorianskoe e Nakanune, deixa a sua marca literária com o mérito de ter sido o primeiro escritor russo com reconhecimento considerável na Europa Ocidental. É também conhecido como o inventor do termo nihilista, que aplicou ao protagonista do romance Ottsy I Deti e que acabou por chegar aos nossos dias com o significado de ausência de sentido, finalidade ou resposta, aplicado a áreas tão diversas como a arte, as ciências humanas, a literatura, a ética ou a moral. Em 1862, na sequência da publicação de Ottsy I Deti e da controvérsia à sua volta gerada, abandona a Rússia e, após passagens pela Alemanha e Inglaterra, estabelece-se em Bougival, arredores de Paris, onde acabaria por morrer a 3 de setembro de 1883.

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