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Diante De Gaia eBook

Oito Conferências Sobre A Natureza No Antropoceno

de Bruno Latour
idioma: português do brasil
Editor: Ubu Editora, junho de 2020 ‧
12,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
O livro reúne oito conferências em que o antropólogo e filósofo Bruno Latour invoca a noção de Gaia para refletir sobre a catástrofe ecológica contemporânea. Reexaminando a "hipótese de Gaia", estabelecida por James Lovelock na década de 1970, Latour argumenta que Gaia é, antes de tudo, um conceito que possibilita pensar em soluções para os problemas ecológicos sem a dicotomia entre natureza e cultura. Os sete primeiros capítulos apresentam Gaia teoricamente, e são fruto de palestras realizadas pelo autor em Gifford (Edimburgo, 2013). O oitavo imagina uma cúpula do clima que coloca as proposições teóricas em prática. Encenado no teatro Nanterre-Amandiers, na França, em maio de 2015, seu texto sugere a fecundidade da noção de Gaia, segundo a qual a Terra seria um organismo vivo que une todos os seres.

Diante De Gaia

Oito Conferências Sobre A Natureza No Antropoceno

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9786586497052
Editor: Ubu Editora
Data de Lançamento: junho de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 480
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Coleção Exit
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Exatas e Naturais > Meteorologia
eBooks em Português > Ciências Exatas e Naturais > Outras ciências
EAN: 9786586497052
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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