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Devaneios Ociosos De Um Desocupado eBook

de Jerome K. Jerome
idioma: português do brasil
Editor: Carambaia, fevereiro de 2022 ‧
5,99€
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Ebook para wook reader
Muitas risadas e algumas pitadas de melancolia aguardam o leitor desse pequeno clássico a ser descoberto, escrito pelo inglês Jerome K. Jerome (1854-1927). Best-seller em sua época, porém até hoje inédito no Brasil, o livro foi traduzido com o mesmo coloquialismo espirituoso do original por Jayme da Costa Pinto, autor também do posfácio. Jerome, que dedica a obra a seu grande companheiro, o cachimbo, vai logo avisando que o ócio – o verdadeiro ócio – não se confunde absolutamente com o cotidiano tedioso de um preguiçoso amador. Ao contrário, dá certo trabalho: "a característica mais surpreendente do ocioso é estar sempre ocupadíssimo." Como em todo melhor humor, a piada começa com o próprio piadista. "O que os leitores hoje em dia buscam em um livro é que sirva para aperfeiçoar, instruir e edificar. Este livro falha nas três frentes." Exagero, naturalmente. Além de provocar gargalhadas, os temas do livro também cativam o leitor pela proximidade com a vida comum. Desde a descrição dos hábitos de cães e gatos, passando por reflexões sobre o amor, a timidez e a vaidade, tudo com precisão cômica e ironia cáustica.

Devaneios Ociosos De Um Desocupado

de Jerome K. Jerome

Propriedade Descrição
ISBN: 9786586398557
Editor: Carambaia
Data de Lançamento: fevereiro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 160
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786586398557

SOBRE O AUTOR

Jerome K. Jerome

Nasceu em Walsall, em 1859, e era o filho mais novo de quatro irmãos. Deixou a escola aos 14 anos e trabalhou como jornalista, ator, professor e vendedor. Em 1885, publicou o seu primeiro livro, Dentro e Fora do Palco, ao qual se seguiram numerosos livros, peças de teatro e artigos em revistas e jornais. Em 1892, em conjunto com alguns amigos, fundou uma revista mensal ilustrada que ganhou a reputação de ser bem-humorada e divertida. Quando a revista faliu, Jerome virou-se para o teatro e tornou-se conhecido como dramaturgo. Adorava a Natureza, os barcos e os rios. Era um homem descontraído, cortês, e foi um impulsionador incansável de novas ideias e experiências. Viajou por toda a Europa, foi um dos pioneiros do esqui nos Alpes e visitou a Rússia e a América várias vezes. Foi um escritor prolífico e a sua obra é vasta e está traduzida em diversos idiomas; porém, o próprio Jerome disse: «É como autor de Três Homens num Barco que o público persiste em recordar-me». Os três homens são inspirados nele próprio (Jerome K. Jerome) e em dois amigos da vida real, George Wingrave (que se tornaria gerente sénior do Barclays Bank) e Carl Hentschel (fundador de uma tipografia, o Harris do livro), com quem Jerome fez diversas viagens de barco. Morreu em 1927, um ano depois de escrever a sua autobiografia A Minha Vida e os Meus Tempos e de ser condecorado pelas autoridades da sua terra natal.

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