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Devaneios Do Caminhante Solitário eBook

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: português do brasil
Editor: Editora Unesp, julho de 2023 ‧
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Ebook para wook reader
Os textos que constituem este livro transitam entre o registro da literatura e o do discurso filosófico. Ao longo de dez caminhadas, Rousseau medita sobre passagens seu percurso de vida. Estuda os sentimentos que vivenciou, sempre procurando, a cada episódio narrado, reconstituir em seu espírito a felicidade outrora experimentada, presente até mesmo em momentos difíceis. Nesse riquíssimo mapa de memórias, a trilha de seus devaneios entrelaça-se com temas que singularizam sua trajetória, como a solidão, o envelhecimento, a mentira, seu trabalho intelectual, sua relação com a natureza – com destaque para a paixão pela botânica –, além do polêmico tema do complô, abordado de forma dramática em outro escrito autobiográfico, "Rousseau juiz de Jean-Jacques: Diálogos".

Devaneios Do Caminhante Solitário

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9786557143070
Editor: Editora Unesp
Data de Lançamento: julho de 2023
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 184
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Biografias
eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9786557143070
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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