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Cuentos De Ramón Del Valle-Inclán eBook

de Ramón Del Valle-Inclán
idioma: espanhol
Editor: AUSTRAL, maio de 2024 ‧
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Ebook para wook reader
Los cuentos de Valle-Inclán demuestran como el autor supo aprovechar como nadie los elementos de la Galicia mítica y ancestral para crear una narrativa fantástica y de terror.Ramón del Valle-Inclán, el genial autor de las Sonatas (1902), Divinas Palabras (1919), Luces de Bohemia (1920), Tirano Banderas (1926) y Martes de Carnaval (1930) comenzó su andadura literaria como escritor de narraciones breves, primero publicadas en periódicos y revistas y luego recogidas en libros. En esta selección de cuentos pertenecientes a la obra Jardín umbrío (1903), sus cuentos se adentran en el mundo gallego, misterioso, ancestral y mítico. Cuentos inquietantes plagados de escenas dramáticas y escalofriantes, exorcismos, conjuros y supersticiones, de ambientes tenebrosos y de oscuros presagios.á

Cuentos De Ramón Del Valle-Inclán

de Ramón Del Valle-Inclán

Propriedade Descrição
ISBN: 9788467074000
Editor: AUSTRAL
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Espanhol
Páginas: 112
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Españoles Y Latinoamericanos
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Contos
eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788467074000
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ramón Del Valle-Inclán

Ramón del Valle-Inclán nasceu em Vilanova de Arousa, (Pontevedra), em 1866, numa família da aristocracia galega com convicções liberais. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Santiago de Compostela, sem, no entanto, o concluir. Em Madrid, para onde vai em 1890, inicia a sua atividade literária, escrevendo contos e artigos para a imprensa. Viajou para o México em 1892. E em 1895 publica o seu primeiro livro, Femininas. Instala-se em Madrid em 96-97, no tumulto daqueles anos em que desponta um século novo, por entre a boémia, a rebeldia, a febre modernista, as tertúlias literárias fervilhantes de inovações. É ferido num duelo com Manuel Bueno, e sofrerá, em consequência dessa ferida, a amputação do braço esquerdo. Vai publicando contos, traduções, artigos até que, em 1902, publica Sonata de Outono<7i>, iniciando uma das mais inovadoras obras literárias de Espanha, reconhecida internacionalmente. Seguem-se as demais Sonatas [de Verão (1903), de Primavera (1904) e de Inverno (1905)] e, com elas, a invenção de uma personagem, o Marquês de Bradomín que ombreia com os grandes mitos da literatura clássica, como Don Juan. Depois do seu casamento com a atriz Josefina Blanco, escreve para o teatro a série Comedias Bárbaras [Àguila de Blasón, [1907, Romance de Lobos, 1908, Cara de Plata, 1909), amplo panorama social onde começa a desenhar-se a deformação dramática que irá caracterizar a sua obra posterior. Foi professor na Academia de San Fernando (1916). E será em 1920 que publica, entre outras peças, Divinas Palavras e Luces de Bohemia, o seu primeiro esperpento, termo que inventou para designar a sua peculiar maneira de deformar o mundo ("os heróis clássicos refletidos num espelho côncavo dão o esperpento", escreve), mordaz, dramática, grotesca. Continuará a escrever teatro, sendo mundialmente representadas as peças que recolheu em Martes de Carnaval (Los Cuernos de Don Friolera, de 1925, Las Galas del Difunto, (1926), La Hija del Capitan (1927). De 1926 é o seu romance mais célebre, Tirano Banderas, retrato de uma ditadura sul-americana que viria a influenciar toda a literatura posterior. A instauração da República em 1931 trouxe-lhe algum reconhecimento público, e chegou a ser presidente do Ateneo de Madrid (1932). Morreu em Santiago de Compostela, aos 69 anos, em 1936. É por muitos considerado o maior dramaturgo espanhol do século XX.

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