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Confessions Of An English Opium-Eater eBook

de Thomas de Quincey
idioma: inglês
Editor: Outside the Box eBook Publishing, março de 2019 ‧
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Ebook para ADE
Confessions is a remarkable account of the pleasures and pains of worshipping at the ''Church of Opium''. Thomas De Quincey consumed daily large quantities of laudanum (at the time a legal painkiller), and this autobiography of addiction hauntingly describes his surreal visions and hallucinatory nocturnal wanderings through London, along with the nightmares, despair and paranoia to which he became prey. The result is a work in which the effects of drugs and the nature of dreams, memory and imagination are seamlessly interwoven, describing in intimate detail the mind-altering pleasures and pains unique to opium. Confessions of an English Opium-Eater forged a link between artistic self-expression and addiction, paving the way for later generations of literary addicts from Baudelaire to James Frey, and anticipating psychoanalysis with its insights into the subconscious. (Goodreads)

Confessions Of An English Opium-Eater

de Thomas de Quincey

Propriedade Descrição
ISBN: 9783965370166
Editor: Outside the Box eBook Publishing
Data de Lançamento: março de 2019
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9783965370166
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Thomas de Quincey

Menino prodígio, ávido leitor em criança, precoce classicista, Thomas de Quincey (1785-1859) fez de tudo para fugir aos epítetos que lhe queriam colar ao epitáfio. Na adolescência fugiu da escola para passar Invernos na penúria, a vadiar pelas ruas; na juventude entrou em Oxford, mas saiu de lá sem o diploma porque não compareceu ao último exame. Viciado no ópio e afogado em dívidas, escreveu mais de duas centenas de artigos de filosofia, história, estética, crítica literária e política, muitos deles reunidos nos livros Confissões de Um Opiómano Inglês (1821) ou O Assassínio como Uma das Belas-Artes. Com uma escrita subversiva e refinada que é uma verdadeira uma lição de humor negro e de retórica, os seus ecos repercutem-se ainda hoje no fascínio das artes — e do público — pelo terror, o crime, o lado negro da vida.

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