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Comedias Bárbaras. Primeros Dramas (Obras Completas Valle-Inclán 2) eBook

de Ramón Del Valle-Inclán
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: DEBOLS!LLO, fevereiro de 2017 ‧
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Ebook para wook reader
El primer volumen con la producción teatral de uno de los autores más destacados de la España contemporánea: Ramón María del Valle-Inclán. Apenas concluido el ciclo narrativo de las Sonatas, en 1905, Valle-Inclán emprende una espectacular trayectoria como dramaturgo, situándose en poco tiempo a la vanguardia del teatro español de la época. En 1907 se estrena Águila de blasón, la primera de las tres «Comedias bárbaras», escritas bajo el impacto que en Valle-Inclán supuso la lectura de Shakespeare. El enfrentamiento de Don Juan Manuel de Montenegro con sus hijos lleva al sórdido escenario de la Galicia rural los ecos de El rey Lear. Y en la misma línea de lo que se ha dado en llamar el «teatro bárbaro» del autor, descuella Divinas palabras (1920), considerada por muchos como una de las obras mayores del teatro del siglo XX. Reseñas:«Con las Comedias bárbaras y Divinas palabras, Valle-Inclán dota al teatro español, tan flaco y débil, de una dimensión trágica que antes no tuvo.»Luis Cernuda «Valle-Inclán, el gran renovador del teatro español del siglo XX.»Ramón Irigoyen, El País «DeBolsillo pondrá el 16 de febrero en las librerías los dos primeros tomos de sus obras completas, que incluirán, respectivamente, las primeras narraciones y los primeros dramas, donde Valle-Inclán se consolida como el escritor modernista de referencia en la lengua española.»H. J. Porto, La Voz de Galicia

Comedias Bárbaras. Primeros Dramas (Obras Completas Valle-Inclán 2)

de Ramón Del Valle-Inclán

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466337557
Editor: DEBOLS!LLO
Data de Lançamento: fevereiro de 2017
Idioma: Espanhol
Páginas: 688
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Obras Completas Valle-Inclán
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Arte > Artes de Palco
EAN: 9788466337557
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ramón Del Valle-Inclán

Ramón del Valle-Inclán nasceu em Vilanova de Arousa, (Pontevedra), em 1866, numa família da aristocracia galega com convicções liberais. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Santiago de Compostela, sem, no entanto, o concluir. Em Madrid, para onde vai em 1890, inicia a sua atividade literária, escrevendo contos e artigos para a imprensa. Viajou para o México em 1892. E em 1895 publica o seu primeiro livro, Femininas. Instala-se em Madrid em 96-97, no tumulto daqueles anos em que desponta um século novo, por entre a boémia, a rebeldia, a febre modernista, as tertúlias literárias fervilhantes de inovações. É ferido num duelo com Manuel Bueno, e sofrerá, em consequência dessa ferida, a amputação do braço esquerdo. Vai publicando contos, traduções, artigos até que, em 1902, publica Sonata de Outono<7i>, iniciando uma das mais inovadoras obras literárias de Espanha, reconhecida internacionalmente. Seguem-se as demais Sonatas [de Verão (1903), de Primavera (1904) e de Inverno (1905)] e, com elas, a invenção de uma personagem, o Marquês de Bradomín que ombreia com os grandes mitos da literatura clássica, como Don Juan. Depois do seu casamento com a atriz Josefina Blanco, escreve para o teatro a série Comedias Bárbaras [Àguila de Blasón, [1907, Romance de Lobos, 1908, Cara de Plata, 1909), amplo panorama social onde começa a desenhar-se a deformação dramática que irá caracterizar a sua obra posterior. Foi professor na Academia de San Fernando (1916). E será em 1920 que publica, entre outras peças, Divinas Palavras e Luces de Bohemia, o seu primeiro esperpento, termo que inventou para designar a sua peculiar maneira de deformar o mundo ("os heróis clássicos refletidos num espelho côncavo dão o esperpento", escreve), mordaz, dramática, grotesca. Continuará a escrever teatro, sendo mundialmente representadas as peças que recolheu em Martes de Carnaval (Los Cuernos de Don Friolera, de 1925, Las Galas del Difunto, (1926), La Hija del Capitan (1927). De 1926 é o seu romance mais célebre, Tirano Banderas, retrato de uma ditadura sul-americana que viria a influenciar toda a literatura posterior. A instauração da República em 1931 trouxe-lhe algum reconhecimento público, e chegou a ser presidente do Ateneo de Madrid (1932). Morreu em Santiago de Compostela, aos 69 anos, em 1936. É por muitos considerado o maior dramaturgo espanhol do século XX.

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