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La Lámpara Maravillosa. Poesía Y Periodismo (Obras Completas Valle-Inclán 6) eBook

de Ramón Del Valle-Inclán
idioma: espanhol
Editor: DEBOLS!LLO, junho de 2018 ‧
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Ebook para wook reader
El último volumen de las «Obras completas» de Valle-Inclán reúne sus textos periodísticos y poéticos. Recoge este volumen algunas piezas fundamentales para explicarse la trayectoria de Valle-Inclán. Desperdigadas en sus páginas, se halla, además, lo que más se acerca a una «autobiografía intelectual» del escritor. En La lámpara maravillosa (1916) éste expuso -en términos desconcertantes para muchos- su propia estética. EnClaves líricas (1930) reunió la práctica totalidad de su poesía, insuficientemente atendida. Las extraordinarias crónicas de la Gran Guerra anuncian ya la obra de madurez del creador del esperpento, mientras que el conjunto de sus colaboraciones periodísticas conforma un correlato de sus ideas y de sus intereses en el transcurso de casi medio siglo. La crítica ha dicho...«Debemos mantener la sospecha de que Valle-Inclán confió al verso una función de síntesis de su empresa literaria global.»José-Carlos Mainer «Uno de los escritores más importantes de nuestro siglo.»Francisco Umbral «En Valle-Inclán, el radicalismo político y el de la expresión eran simultáneos e inseparables: la mejor literatura era también la más irreverente y corrosiva, la más panfletaria.»Antonio Muñoz Molina «Valle-Inclán parece que escribió para nosotros y para quienes vengan después que nosotros, y es al mismo tiempo nuestro predecesor y nuestro contemporáneo.»Ant onio Muñoz Molina «Valle-Inclán es el mejor escritor español del siglo XX.» Gonzalo Torrente Ballester «Una poderosa inyección vigorizante para la literatura en idioma castellano.»Juan Carlos Onetti «Valle-Inclán reúne dos cosas que nos son vitales: el no conformismo crítico y el talento creador. Una y otra vez, acertando o chocando, tenemos que seguir y seguir, persiguiendo las propuestas de decoro social y renovación estética que se contienen en la obra de Valle. Nuestro autor mayor de este siglo. El aguijón que no nos dejará dormir hasta haberlo asumido en su plenitud.»Enrique Llovet, El País «El mundo de Valle-Inclán es un universo. De muy pocos escritores se puede decir algo semejante.»Manuel Rivas, El País

La Lámpara Maravillosa. Poesía Y Periodismo (Obras Completas Valle-Inclán 6)

de Ramón Del Valle-Inclán

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466345156
Editor: DEBOLS!LLO
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Espanhol
Páginas: 616
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Obras Completas Valle-Inclán
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Outras Formas Literárias
eBooks em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788466345156
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Ramón Del Valle-Inclán

Ramón del Valle-Inclán nasceu em Vilanova de Arousa, (Pontevedra), em 1866, numa família da aristocracia galega com convicções liberais. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Santiago de Compostela, sem, no entanto, o concluir. Em Madrid, para onde vai em 1890, inicia a sua atividade literária, escrevendo contos e artigos para a imprensa. Viajou para o México em 1892. E em 1895 publica o seu primeiro livro, Femininas. Instala-se em Madrid em 96-97, no tumulto daqueles anos em que desponta um século novo, por entre a boémia, a rebeldia, a febre modernista, as tertúlias literárias fervilhantes de inovações. É ferido num duelo com Manuel Bueno, e sofrerá, em consequência dessa ferida, a amputação do braço esquerdo. Vai publicando contos, traduções, artigos até que, em 1902, publica Sonata de Outono<7i>, iniciando uma das mais inovadoras obras literárias de Espanha, reconhecida internacionalmente. Seguem-se as demais Sonatas [de Verão (1903), de Primavera (1904) e de Inverno (1905)] e, com elas, a invenção de uma personagem, o Marquês de Bradomín que ombreia com os grandes mitos da literatura clássica, como Don Juan. Depois do seu casamento com a atriz Josefina Blanco, escreve para o teatro a série Comedias Bárbaras [Àguila de Blasón, [1907, Romance de Lobos, 1908, Cara de Plata, 1909), amplo panorama social onde começa a desenhar-se a deformação dramática que irá caracterizar a sua obra posterior. Foi professor na Academia de San Fernando (1916). E será em 1920 que publica, entre outras peças, Divinas Palavras e Luces de Bohemia, o seu primeiro esperpento, termo que inventou para designar a sua peculiar maneira de deformar o mundo ("os heróis clássicos refletidos num espelho côncavo dão o esperpento", escreve), mordaz, dramática, grotesca. Continuará a escrever teatro, sendo mundialmente representadas as peças que recolheu em Martes de Carnaval (Los Cuernos de Don Friolera, de 1925, Las Galas del Difunto, (1926), La Hija del Capitan (1927). De 1926 é o seu romance mais célebre, Tirano Banderas, retrato de uma ditadura sul-americana que viria a influenciar toda a literatura posterior. A instauração da República em 1931 trouxe-lhe algum reconhecimento público, e chegou a ser presidente do Ateneo de Madrid (1932). Morreu em Santiago de Compostela, aos 69 anos, em 1936. É por muitos considerado o maior dramaturgo espanhol do século XX.

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