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Canasta De Cuentos Mexicanos eBook

de B. Traven
idioma: espanhol
Editor: DEBOLSILLO, fevereiro de 2026 ‧
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eBook com proteção wookreader
«Las obras deTraven son duras, llenasde descripciones de peligro, crueldad ysufrimiento tanto físico como emocional,pero su prosa sobria y directa tiene unainmediatez hipnótica y las narraciones y los temas son claros y poderosos.» -Enciclopedia Británica B. Traven, nacido en Alemania, vivió más de lamitad de su vida en México y sintió gran admiración por su gente. Canasta de cuentos mexicanos es un testimonio de ello a través de diez cuentos que retratan las costumbres, ideas y conflictos del país durante la primera mitad del sigloXX. Estos relatos presentan dos perspectivas de existir en el mundo que se contraponen: la visión pragmática y a veces cínica del foráneo, que representa los intereses económicos o políticos, y la sabiduría popular de los mexicanos que, con humor, astucia y dignidad enfrentan el día a día. Las historias deTraven van del absurdo a la tragedia, retratando las tensiones que hay en el poder, lo marginal, la justicia y la resistencia.

Canasta De Cuentos Mexicanos

de B. Traven

Propriedade Descrição
ISBN: 9786073869089
Editor: DEBOLSILLO
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Espanhol
Páginas: 184
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9786073869089
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

B. Traven

Disse-se de B. Traven que seria Jack London, Ambrose Bierce ou Arthur Cravan. Somente em 1969, quando as suas cinzas repousaram num rio em Chiapas, foi identificado como Ret Marut, um revolucionário alemão que se fixara no México em 1924. Autor d’O Barco dos Mortos (1926) e d’O Tesouro da Sierra Madre (1927) – adaptado ao cinema por John Huston –, pertence a uma linhagem de aventureiros e contistas natos, cuja geografia de vida é tão insondável como as paragens que elegem. Traven publicou folhetins em jornais alemães e, depois de tecer críticas virulentas ao militarismo germânico, entrou na clandestinidade em 1919. Reemerge em Londres, em 1923, e, na iminência de ser deportado para a Alemanha e fuzilado, embarca para o México. Neste país, ao panfletário Ret Marut, sucederia, em definitivo, o escritor B. Traven, ao lado dos oprimidos, apontando a via da esperança e da libertação e arquitectando o seu anonimato tão ciosamente como os seus livros.

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