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La Nave De Los Muertos

de B. Traven
idioma: espanhol
Editor: ACANTILADO, outubro de 2009 ‧
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En 1494, Sebastian Brandt dio a la imprenta el que se había de convertir en uno de los bestsellers más extraordinarios, Das Narrenschiff (La nave de los locos). Traducida a casi todas las lenguas europeas, fue espejo inmisericorde de los vicios y defectos de su tiempo. Quinientos años más tarde, en 1926, un escritor secreto escribía Das Totenschiff (La nave de los muertos), en la que realizaba una crítica feroz de la política al servicio de los poderosos. Gerard Gales, su protagonista, pierde su barco en Amberes y termina embarcándose, tras innumerables peripecias, en el Yorikke, que alberga a todos los marginados sociales sin identidad. La novela, mítica en la historia literaria contemporánea por su extraordinario talento épico y que, como La nave de los locos en su día, adquirió una fama inmensa, engarza la crítica social con la estética del fracaso, en una soberbia y emocionante peripecia que nos abraza con la emoción de las grandes aventuras románticas.

La Nave De Los Muertos

de B. Traven

Propriedade Descrição
ISBN: 9788492649228
Editor: ACANTILADO
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788492649228

SOBRE O AUTOR

B. Traven

Disse-se de B. Traven que seria Jack London, Ambrose Bierce ou Arthur Cravan. Somente em 1969, quando as suas cinzas repousaram num rio em Chiapas, foi identificado como Ret Marut, um revolucionário alemão que se fixara no México em 1924. Autor d’O Barco dos Mortos (1926) e d’O Tesouro da Sierra Madre (1927) – adaptado ao cinema por John Huston –, pertence a uma linhagem de aventureiros e contistas natos, cuja geografia de vida é tão insondável como as paragens que elegem. Traven publicou folhetins em jornais alemães e, depois de tecer críticas virulentas ao militarismo germânico, entrou na clandestinidade em 1919. Reemerge em Londres, em 1923, e, na iminência de ser deportado para a Alemanha e fuzilado, embarca para o México. Neste país, ao panfletário Ret Marut, sucederia, em definitivo, o escritor B. Traven, ao lado dos oprimidos, apontando a via da esperança e da libertação e arquitectando o seu anonimato tão ciosamente como os seus livros.

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