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Benito Mussolini - Autobiography eBook

de Benito Mussolini
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, agosto de 2024 ‧
1,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
The Autobiography  was first published in 1928, during Mussolini's reign as the dictator of Italy. The book was written as a means of promoting Mussolini's image both within Italy and abroad, presenting his life story and political ideology from his own perspective.   The autobiography provides a narrative of Mussolini's life from his humble beginnings to his rise as the leader of Italy. It covers key events such as his early involvement in socialism, his break with the socialist movement, and his role in World War I, which he credits with shaping his nationalist beliefs. The book also details his founding of the Fascist movement, the March on Rome, and the establishment of his dictatorial regime.   Mussolini uses the autobiography to justify his actions and to present himself as a strong, visionary leader who saved Italy from chaos and decay. The book is filled with propaganda, aimed at reinforcing the fascist ideology and Mussolini's image as "Il Duce." It reflects his belief in authoritarianism, the importance of the state, and his disdain for democracy and liberalism. 

Benito Mussolini - Autobiography

de Benito Mussolini

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558945345
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: agosto de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 150
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9786558945345
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Benito Mussolini

Político italiano, nascido em 1883, Mussolini começou por se assumir como militante socialista para, depois da Primeira Guerra Mundial, se converter a teses de extrema-direita e criar o Partido Fascista Italiano (1921), portador de uma ideologia autoritária e antiparlamentar. O seu discurso, em que predominava o elogio da violência como forma de atuação decisiva e privilegiada na política, teve tradução concreta na atividade da sua milícia própria (os fasci di combattimento, que dão aliás origem ao nome do partido). É efetivamente no seguimento de uma política agressiva e à margem dos princípios e métodos parlamentares que alcança o poder, depois de uma Marcha sobre Roma (1922) que leva o rei a encarregá-lo de formar governo.

Dirige o país durante algum tempo em difícil convivência com o Parlamento, mas assume plenos poderes logo em 1922 e proclama a ditadura três anos mais tarde. O regime que a partir desse momento implanta e fortalece é uma ditadura de partido único, apoiada em fortes milícias próprias, onde o poder parlamentar é substituído por um Conselho Fascista com atribuições meramente consultivas, os sindicatos são dominados por um regime corporativo e os partidos políticos são proibidos. A sua popularidade, granjeada por meio de um discurso populista e demagógico e a imposição da "ordem nas ruas", dá-lhe uma certa estabilidade, apesar das dificuldades económicas e sociais que o país experimenta.

Na política externa, após uma campanha de conquista contra a Abissínia, pela qual tenta reconstituir um império africano, alinha com a Alemanha hitleriana e o Japão imperial, apesar de saber que a Itália não se encontra em condições de suportar novo conflito; vê-se arrastado, como parceiro menor, para a Guerra Mundial (a segunda do nosso século) que estala em 1939 e que irá pôr a ferro e fogo a Europa, a África e a Ásia, terminando com a derrota. Quando esta se aproxima, em plena contraofensiva aliada, os militares lançam um golpe de estado que depõe Mussolini, que é encarcerado e algum tempo depois libertado por paraquedistas alemães. Enquanto os militares colocam a Itália ao lado dos aliados e os alemães ocupam larga extensão da península italiana, Mussolini tenta manter no norte da Itália uma República Social (a República de Saló, do nome do local onde se instalou), que se aguenta algum tempo artificialmente, de acordo com as exigências da política de guerra da Alemanha. Mussolini não tem aí qualquer poder efetivo, acabando por se ver forçado a tentar a fuga, em condições desesperadas, perante o avanço dos aliados e dos movimentos de resistência. Serão precisamente resistentes italianos que, em maio de 1945, pouco antes do suicídio do seu aliado Adolf Hitler, o irão capturar e fuzilar sumariamente, vindo o seu cadáver a ser exposto publicamente e a ser alvo da ira popular.

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