Astronomia eBook

de Mário Cláudio

Livro eBook
editor: Dom Quixote
Dividido em três partes - Nebulosa, Galáxia, Cosmos -, este é o romance da vida do Mário Cláudio, um livro sobre três fases da vida de um homem, que não por acaso é o próprio escritor.
Começamos com o «velho» que recorda a infância (a vida de um menino filho único e superprotegido, dos seus temores e fantasmas) e terminaremos com um «menino», que é muitas vezes aquilo que os velhos voltam a ser. Pelo meio, a zona mais densa, que conta a parte fulcral da vida de um homem, de jovem a maduro, desde a sua passagem pela guerra colonial, a universidade, a função pública, a escrita e o reconhecimento, até à descrição de factos polémicos e pessoais, que têm que ver sobretudo com o amor, a sexualidade e a forma como a cultura, com o passar do tempo, se tornou pouco mais do que um espectáculo (haverá muita gente - garanto - que se reconhecerá nestas páginas.)

Astronomia

de Mário Cláudio

ISBN: 9789722058551
Editor: Dom Quixote
Idioma: Português
Tipo de produto: eBook
Formato: ePUB i
Classificação temática: eBooks em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789722058551
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Autobiografia e fantasia num só

Filipe Moreira

Segundo as próprias palavras do autor, Astronomia é "uma espécie de recetáculo de várias confissões e muitas mentiras". Um biografia em certas partes fantasiosas que não pretende ser rigorosa e que nesses interstícios dá toda a liberdade ao leitor para construir histórias dentro da própria história. Sublime escrita.

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Uma escrita depurada e fascinante

José Manuel Silva

Sou um grande apreciador de Mário Cláudio e tinha grande expetativa em ler esta sua obra, uma "biografia romanceada". Mais uma vez, não fiquei desiludido! Dividida em três partes, esta obra percorre toda a vida do autor, desde a infância à velhice. A escrita depurada e límpida de Mário Cláudio afirma-se através de toda a obra, mas foi a época relativa à adolescência e início da idade adulta da personagem principal que mais me chamou a atenção, porque me consegui identificar com os seus sentimentos e as temáticas abordadas. Recomendo a leitura desta obra, sobretudo em época de férias, pois a escrita deste autor é uma "delícia", que deve ser "degustada", de preferência com vagar.

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Uma escrita intensa e fascinante.

José Manuel Marques da Silva

Como grande apreciador de Mário Cláudio, tinha grande expetativa em ler esta "biografia romanceada" do autor. Mais uma vez, não fiquei desiludido. Esta obra percorre a vida do autor, desde a infância até à velhice, estando dividida em três partes. A escrita intensa e fascinante do autor faz-se sentir em toda a obra, mas foi sobretudo a época relacionada com a juventude e o início da idade adulta que mais me fascinou. Recomendo esta obra, pela escrita depurada do autor, que dá gosto "saborear" com lentidão.

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Mais uma obra de um mestre da palavra

Mauro

Desde que o adquiri, já folhei Astronomia. Basta uma vista de olhos para nos apercebermos de que esta obra encerra um ponto alto de leitura, da escrita e da experiência de vida de Mário Cláudio. É disso que se trata neste livro, da vida de um escritor, que bem poderia ser de alguém. Uma vez que a biografia romanceada já não era novidade para Mário Cláudio, estou ansioso para o ler bem, quando acabar de ler as outras que me faltam!!

Mário Cláudio

Escritor português, de nome verdadeiro Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nascido a 6 de novembro de 1941, no Porto. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde se diplomou também como bibliotecário-arquivista, e master of Arts em biblioteconomia e Ciências Documentais pelo University College de Londres, revelou-se como poeta com o volume Ciclo de Cypris (1969). Tradutor de autores como William Beckford, Odysseus Elytis, Nikos Gatsos e Virginia Woolf, foi, porém, como ficcionista que mais se afirmou.
Publicou com o nome próprio, uma vez que "Mário Cláudio" é pseudónimo, um Estudo do Analfabetismo em Portugal, obra que reúne a sua tese de mestrado e uma comunicação apresentada no 6.° Encontro de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Portugueses, em 1978. Colaborador em várias publicações periódicas, como Loreto 13, Colóquio/Letras, Diário de Lisboa, Vértice, Jornal de Letras Artes e Ideias, O Jornal, entre outros, foi considerado pela crítica, desde a publicação de obras como Um Verão Assim, um autor para quem o verso e a prosa constituem modalidades intercambiáveis, detendo características comuns como a opacidade, a musicalidade e a rutura sintática, subvertendo a linearidade da leitura por uma escrita construída como "labirinto em espiral". A obra de Mário Cláudio apresenta uma faceta de investigador e de bibliófilo que, encontrando continuidade na sua atividade profissional, inscreve eruditamente cada um dos livros numa herança cultural e literária, portuguesa ou universal. Dir-se-ia que a sua escrita, seja romanesca, seja em coletâneas de pequenas narrativas (Itinerários, 1993), funciona como um espelho que devolve a cada período a sua imagem, perspetivada através de um rosto ou de um local, em que o próprio autor se reflete, e isto sem a preocupação de qualquer tipo de realismo, mas num todo difuso e compósito, capaz de evocar o sentido ou o tom de uma época que concorre ainda para formar a época presente.
Mário Cláudio recebeu, em 1985, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores por Amadeo (1984), o primeiro romance de um conjunto posteriormente intitulado Trilogia da Mão (1993), em 2001 recebeu o prémio novela da mesma associação pelo livro A Cidade no Bolso e, em dezembro de 2004, foi distinguido com o Prémio Pessoa. Para além das obras já mencionadas, são também da sua autoria Guilhermina (1986), A Quinta das Virtudes, (1991), Tocata para Dois Clarins (1992), O Pórtico da Glória (1997), Peregrinação de Barnabé das Índias (1998), Ursamaior (2000), Orion (2003), Amadeu (2003), Gémeos (2004) e Triunfo do Amor Português (2004). O autor tem também trabalhos publicados na área da poesia (como Ciclo de Cypris, 1969, Terra Sigillata, de 1982, e Dois Equinócios, de 1996), dos ensaios (Para o Estudo do Alfabetismo e da Relutância à Leitura em Portugal, de 1979, entre outros), do teatro (por exemplo, O Estranho Caso do Trapezista Azul, de 1999) e da literatura juvenil (A Bruxa, o Poeta e o Anjo, de 1996).

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