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As Pupilas Do Senhor Reitor eBook

de Júlio Dinis
idioma: português do brasil
Editor: Folha de S.Paulo, setembro de 2024 ‧
3,49€
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Ebook para wook reader
Ficou célebre a frase de Eça de Queirós sobre Júlio Dinis: "Viveu leve, escreveu leve, morreu leve". Dizem que é uma crítica. Sempre pensei que era um elogio: Júlio Dinis tem aquilo que os humanistas designavam por sprezzatura — a capacidade de simular grande facilidade de estilo quando, na verdade, não há coisa mais difícil do que escrever facilmente. Em As pupilas do senhor reitor, a prosa é transparente como as águas do campo. Mas, através dela, vemos um retrato notável do Portugal liberal — um país que, apesar de todas as promessas, não esqueceu nem suplantou o Portugal antigo das províncias e dos seus sentimentos intocados pela afetação ou pelo progresso.

As Pupilas Do Senhor Reitor

de Júlio Dinis

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585642026
Editor: Folha de S.Paulo
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 352
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786585642026

SOBRE O AUTOR

Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.

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