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As Melhores Histórias Das Mil E Uma Noites eBook

de Carlos Heitor Cony
idioma: português do brasil
Editor: Nova Fronteira, setembro de 2014 ‧
2,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
— Abre-te, Sésamo! Tal como já acontecera, as paredes da rocha se separaram numa enorme boca, deixando ver as suas entranhas. Esperava o lenhador que, ao espiar dentro, só visse trevas. Ficou espantado, no entanto, ao deparar com um amplo recinto iluminado à luz do Sol, cuja luz vinha do alto, por uma abertura no teto do rochedo, que era escavado em forma de abóbada. Mesmo sem entrar, viu Ali Babá que pelos cantos da caverna estavam empilhados fardos de sedas, brocados e outros tecidos preciosos, além de ricos tapetes. Havia ainda enorme quantidade de mantimentos e, espalhados pelo chão, sacos e mais sacos de moedas de ouro e prata. Era tão fabuloso o tesouro que Ali Babá teve a impressão de que aquela gruta servia de abrigo aos ladrões não apenas há anos, mas há séculos.Com seu imenso talento narrativo, CARLOS HEITOR CONY reconta quatro das mais célebres histórias das MIL E UMA NOITES, encantando leitores de todas as idades.

As Melhores Histórias Das Mil E Uma Noites

de Carlos Heitor Cony

Propriedade Descrição
ISBN: 9788520939857
Editor: Nova Fronteira
Data de Lançamento: setembro de 2014
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 244
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Infantis e Juvenis > Contos fábulas e narrativas
EAN: 9788520939857
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Carlos Heitor Cony

Consagrado jornalista, Carlos Heitor Cony é igualmente um reconhecido escritor, tanto pelos seus romances como pelo que escreve em registo de crónica. Nascido em 1926, no Rio de Janeiro, o autor é, actualmente, colunista da Folha de São Paulo e, desde 2000, membro da prestigiada e elitista Academia Brasileira de Letras.
Estreou-se na imprensa em 1947, no Jornal do Brasil. O seu primeiro romance, O Ventre, é publicado em 1958. Dois anos depois, começa a trabalhar no jornal Correio da Manhã, do qual se demite em 1965 devido às críticas que dirigia ao governo militar.
Em 1971 publica Pilatos e declara que não voltará a escrever romances. Passa a dedicar-se à publicação de reportagens. Vinte e três anos depois quebra a promessa com Quase Memória, agora publicado pela Palavra.

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