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Alienação E Liberdade eBook

Escritos Psiquiátricos

de Frantz Fanon
idioma: português do brasil
Editor: Ubu Editora, maio de 2020 ‧
11,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
A obra de Frantz Fanon, psiquiatra e militante anticolonial marcou diversas gerações de ativistas de direitos civis e especialistas em estudos pós-coloniais. Conhecido pelos clássicos Pele negra, máscaras brancas (1952) e Os condenados da terra (1961), o autor deixou também uma significativa e menos conhecida obra ligada a sua experiência como psiquiatra. Os textos deste volume, inéditos em português e inacessíveis até pouco tempo em todo o mundo, tratam da relação entre alienação colonial e doenças mentais. Esta coletânea de textos propõe uma leitura política do hospital psiquiátrico, associando racismo e psiquiatria colonial: "Uma criança negra, normal, tendo crescido no seio de uma família normal, ficará anormal ao menor contato com o mundo branco", escreve Fanon. Com uma introdução do pesquisador Jean Khalfa e apresentação do professor de filosofia da UFRRJ Renato Noguera, o livro reúne mais de 20 escritos de Fanon, entre artigos científicos, sua tese em psiquiatria, um curso e textos inéditos publicados no jornal interno do hospital de Blida-Joinville onde ele trabalhou entre 1953 e 1956.

Alienação E Liberdade

Escritos Psiquiátricos

de Frantz Fanon

Propriedade Descrição
ISBN: 9788571260450
Editor: Ubu Editora
Data de Lançamento: maio de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 400
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Política > Política em Geral
eBooks em Português > Medicina > Enfermagem
EAN: 9788571260450
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Frantz Fanon

Frantz Fanon (1925-1961), psiquiatra e filósofo, é um nome incontornável dos estudos pós-coloniais e da luta anti racista.
Nasceu numa família numerosa da pequena burguesia das Antilhas francesas, na ilha de Martinica. Descendente de africanos escravizados transportados à força para essa zona – que, em tempos, assegurara a riqueza e o equilíbrio da balança de pagamentos de França – foi o quinto filho de um funcionário das alfândegas e teve, ainda assim, uma infância despreocupada, com acesso a uma educação esmerada. Na juventude, porém, viveu experiências traumáticas quando, em 1943, deixou Martinica e se juntar às tropas da França Livre na Segunda Guerra Mundial. Nessa época, Fanon descobriu que a igualdade proclamada pela República Francesa é uma ilusão, e rapidamente se apercebe de que não é visto como um igual, facto que contribuiu para ir estudar medicina na metrópole, destino dos mais ambiciosos ou dotados, como já acontecera com o seu mentor e amigo Aimé Césaire – professor de Fanon nos tempos de liceu –, beneficiando do facto de ser um antigo combatente.
A par do seu trabalho como médico e psiquiatra, Fanon apoiou a Guerra de Independência da Argélia em relação à França e foi membro da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Deixou uma obra que influenciou grandemente os estudos pós-coloniais e a luta anti racista, abordando as consequências humanas, sociais e culturais da descolonização. Grande intelectual do seu tempo e humanista marxista, elaborou com Jean-Paul Sartre críticas radicais sobre as estratégias de violência e desumanização que atingiram os colonizados.
Morreu prematuramente, em 1961, aos 36 anos, vítima de leucemia.

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