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A Superstição Do Divórcio. E Outros Ensaios Sobre A Família, A Mulher E A Sociedade eBook

de G.K. Chesterton
idioma: português do brasil
Editor: Ecclesiae, março de 2018 ‧
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Ebook para wook reader
"Embora tenha sido escrito na época das mudanças nas leis sobre o matrimônio para facilitar o divórcio na Inglaterra (no início do século XX), não se trata de um libelo contra o divórcio, mas de uma defesa ao matrimônio. Para Chesterton, divorciar-se é, literalmente, descasar-se. Portanto, para desfazer algo é preciso saber antes se essa coisa está feita. A discussão pode parecer antiga, mas o mundo moderno adotou o divórcio como exemplo de liberdade. Chesterton pretende apenas demonstrar que o divórcio está longe de ser um ato de liberdade, pois a quebra de um voto de confiança, de comprometimento, não afeta apenas o fundamento da família, mas também de toda a sociedade que não funciona sem o voluntarismo de se manter intactos os compromisso assumidos. Sobre o autor: Gilbert Keith Chesterton foi um jornalista e escritor Inglês, nascido em Londres em 29 de Maio de 1874. Foi educado na escola de St. Paul e em seguida ingressou na Slade School of London para estudar artes. A sua família era Anglicana, mas em 1922 Chesterton se converteu ao Catolicismo por influência do escritor Hilaire Belloc com quem mantinha grande amizade."

A Superstição Do Divórcio. E Outros Ensaios Sobre A Família, A Mulher E A Sociedade

de G.K. Chesterton

Propriedade Descrição
ISBN: 9788584914449
Editor: Ecclesiae
Data de Lançamento: março de 2018
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 152
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9788584914449
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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