A Força Da Não-Violência eBook
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Edições 70, março de 2021 ‧
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SINOPSE
Acontecimentos recentes, como a ocupação de Wall Street em 2011, colocaram as estratégias de desobediência civil não-violentas na ordem do dia. Neste livro, Judith Butler mostra como a luta política pela igualdade social deve ser travada no contexto de uma ética da não-violência. Para a principal teórica da corrente feminista hoje dominante, a não-violência é muitas vezes erradamente vista como uma prática passiva que emana de uma região serena da alma, quando, na verdade, a não-violência é uma posição ética dentro do espetro do campo político.
Considerar a não-violência como um problema ético no seio da filosofia política exige uma crítica do individualismo, bem como uma compreensão das dimensões psicossociais da violência. Butler recorre a Foucault, Fanon, Freud e Benjamim para mostrar como a interdição da violência pelo Estado, a quem pertence o seu monopólio, deixa de fora vidas que são vistas como não sendo dignas de luto. Assumindo que as justificações da violência estatal e administrativa são animadas por «fantasmas raciais», Butler preconiza que a violência é muitas vezes atribuída àqueles que estão mais severamente expostos aos seus efeitos letais. A luta através da não-violência é travada por movimentos de transformação social que reconhecem que a interdependência da vida está na base de qualquer igualdade política ou social.
«Como estratégia de resistência e protesto, a não-violência é muitas vezes vista como passiva e resolutamente individual. A investigação filosófica de Butler defende que se trata, na verdade, de uma tática política coletiva astuciosa e até agressiva.»
New York Times
«Provavelmente a mais influente e mais viajada feminista da academia ocidental..., [Butler] combate criteriosa e assertivamente o ódio, o medo e a raiva dos que respondem violentamente à sua confrontação permanente dos padrões normativos de coerção com apelos a ações concertadas de resistência.»
Lynne Segal, Times Higher Education
Considerar a não-violência como um problema ético no seio da filosofia política exige uma crítica do individualismo, bem como uma compreensão das dimensões psicossociais da violência. Butler recorre a Foucault, Fanon, Freud e Benjamim para mostrar como a interdição da violência pelo Estado, a quem pertence o seu monopólio, deixa de fora vidas que são vistas como não sendo dignas de luto. Assumindo que as justificações da violência estatal e administrativa são animadas por «fantasmas raciais», Butler preconiza que a violência é muitas vezes atribuída àqueles que estão mais severamente expostos aos seus efeitos letais. A luta através da não-violência é travada por movimentos de transformação social que reconhecem que a interdependência da vida está na base de qualquer igualdade política ou social.
«Como estratégia de resistência e protesto, a não-violência é muitas vezes vista como passiva e resolutamente individual. A investigação filosófica de Butler defende que se trata, na verdade, de uma tática política coletiva astuciosa e até agressiva.»
New York Times
«Provavelmente a mais influente e mais viajada feminista da academia ocidental..., [Butler] combate criteriosa e assertivamente o ódio, o medo e a raiva dos que respondem violentamente à sua confrontação permanente dos padrões normativos de coerção com apelos a ações concertadas de resistência.»
Lynne Segal, Times Higher Education
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724424026 |
| Editor: | Edições 70 |
| Data de Lançamento: | março de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
|
| EAN: | 9789724424026 |
| Acessibilidade: | Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor |
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