A Casa Alemã eBook
SINOPSE
Para Eva Bruhn, de 24 anos, a Segunda Guerra Mundial não passa de uma recordação nublosa da infância. Com o noivo Jürgen Schoorman sonha iniciar uma nova etapa na sua vida. Porém, tudo muda quando, no julgamento dos responsáveis pelo campo de concentração de Auschwitz, um investigador americano, David Miller, a contrata para traduzir as entrevistas das vítimas.
Os pais de Eva, donos do restaurante que dá título ao livro, opõem-se a este trabalho mas a sua curiosidade insaciável leva-a a aceitar o desafio. Enquanto ouve os depoimentos, não pode deixar de pensar na sua família.
Porque é que os pais nunca falam do tempo da guerra?
E porque é que o seu noivo rejeita ser confrontado com o passado?
Uma história apaixonante, baseada em factos reais, pela voz de uma jovem tradutora alemã que, ao ouvir os horrores impensáveis de Auschwitz, se confronta com a história da sua família e do seu país.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722540438 |
| Editor: | Bertrand Editora |
| Data de Lançamento: | julho de 2020 |
| Páginas: | 304 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722540438 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Prende do início ao fim
Clara Caetano
Um romance de leitura fácil, cheio de surpresas até ao fim. Recomendo!!!
A Casa Alemã
Joana - Lost In My Own World Of Books
Neste livro conseguimos acompanhar duas versões da história, do que de facto aconteceu, de qual foi a papel da família de Eva nestes acontecimentos e porque que o seu noivo rejeita qualquer evento que esteja relacionado com o seu passado. Porque, de facto, todas estas histórias encontram-se interligadas num livro intenso e poderoso de cortar a respiração. Qual será a reação de Eva a ser confrontada com os horrores de Auschwitz e com a história da sua própria família?
Esperava mais
Eduarda Bandeira
Tinha expetativas quanto a este livro - o tema não é novo, mas o ponto de vista narrativo prometia um enredo mais interessante. As personagens não são convincentes, falta emoção, parece que toda a gente vive à margem de tudo... e se calhar é a única maneira de suportar a vida presente, face à vida passada. Mas achei francamente enfadonho e o fim foi uma deceção porque nem a personagem principal tem garra para se afirmar.
Interessante!
AV
Uma leitura interessante para quem gosta de ler sobre os horrores do holocausto e a segunda guerra mundial, numa perspectiva diferente (geralmente lemos na voz dos judeus, aqui temos a versão dos alemães). Gostei bastante deste livro, mas sou suspeita porque me interesso imenso por estes temas e aconselho esta leitura a quem também o é! Prende desde a primeira página!
O Genocídio não pode ser esquecido
Cristina Canas da Mota
Gostei imenso deste livro, de leitura fácil, que prende a atenção desde o primeiro minuto, actual, a xenofobia, continua a existir. Cheio de surpresas até ao fim.
Se procuras um romance que tenha como temáticas os nazis, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto é este!
Joana Conceição
Considero que é um livro com bastante interesse uma vez que temos a perspectiva segundo o povo alemão e não sobre os judeus. A autora coloca-nos em Frankfurt (1963), pouco antes do início dos Julgamentos de Auschwitz contra ex-oficiais das SS, que foram acusados de torturar, assassinar e seleccionar prisioneiros para extermínio nas câmaras de gás do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Mas a autora deste romance só nos dá algumas pinceladas do que aconteceu no campo de extermínio de Auschwitz através das declarações de alguns sobreviventes. Annette Hess consegue descrever o ambiente angustiante, doloroso e claustrofóbico do tribunal e como os sobreviventes se sentiram ao reviver tudo o que viveram. ordens. A história está estruturada em 4 partes e destacaria a grande evolução da personagem principal e como sua personalidade cresce e fica mais consistente à medida que toma decisões. É um romance com um começo lento, mas que gradualmente capta a atenção como leitor.
A Casa Alemã
Mjviana
Livro muito interessante numa abordagem diferente
Subtil e intenso
Ana Margarida
A Casa Alemã, de Annette Hess, é um livro que se destaca pela forma acessível e sensível com que aborda temas difíceis, como a responsabilidade histórica, a memória, o papel da justiça e a importância da verdade. É também um retrato de uma geração que nasceu após a guerra e que teve de confrontar os crimes dos mais velhos para poder construir um futuro diferente. É daqueles livros que nos apanha de forma subtil, onde a autora consegue tocar temas muito sérios e dolorosos — como os julgamentos de Auschwitz e a memória do Holocausto — sem tornar o texto “pesado” ou inacessível. Há uma sensibilidade quase silenciosa nas palavras, que nos prende e nos faz querer compreender melhor as personagens e os seus silêncios. Eva, a protagonista, é uma jovem que se vê confrontada com o passado do seu país e da sua própria família, num tempo em que muitos ainda preferiam esquecer. E talvez seja essa descoberta gradual — dela e nossa — que torne o livro tão marcante. Estou ainda a meio da leitura, mas sei já que se trata de um romance imperdível, que nos desafia a olhar para a História com olhos mais abertos.
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