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33 Revolutions eBook

de Canek Sánchez Guevara
idioma: inglês
Editor: EUROPA EDITIONS, outubro de 2016 ‧
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Ebook para ADE
A young man’s political awakening takes shape in the aftermath of Castro’s Revolution in this "prayer of a novel" by the grandson of Che Guevara (Cleaver Magazine).
 
At the dawn of Communist Cuba, our unnamed hero, a young black Cuban man, loses his father to death and his mother to emigration. Now he spends much of his time with his Russian neighbor, discovering the pleasures of reading. The books he reads gradually open his eyes to the incongruity between party slogans and the oppressive reality that surrounds him: the office routine; the daily complaints of his colleagues; his own obsessive thoughts which circulate around his mind like a broken record.
 
Every day he photographs the spontaneous eruptions of dissent on the streets and witnesses the sad spectacle of young people crowding onto makeshift rafts to escape the island. His frustration grows until a day when he declares his unwillingness to become an informer. And this is when his real troubles begin.
 
"Not since Reinaldo Arenas has a Cuban literary voice arrived on American shores with such beaten madness, and sense of personal desperation." —Cleaver Magazine

33 Revolutions

de Canek Sánchez Guevara

Propriedade Descrição
ISBN: 9781609453558
Editor: EUROPA EDITIONS
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9781609453558
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Canek Sánchez Guevara

Canek Sánchez Guevara, nascido em Cuba em Maio de 1974, começou a chamar a atenção do mundo, primeiro por uma questão genética: era neto do icónico guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara (1928-1967), que se tornou imagem de marca dos ideais românticos da revolução cubana. A essa condição, suficiente para aguçar a curiosidade, juntava-se a visão muito crítica do regime de Fidel Castro, que Canek nunca escamoteou, embora recusasse fazer disso um modo de vida. Politicamente, definia-se como «anarquista, libertário, liberal ultrarradical, democrata subterrâneo, comunista-individualista, ego-socialista. Enfim, qualquer coisa que não me seja imposta e que eu não possa impor aos demais.» Com uma infância repartida por vários países e a adolescência vivida em Cuba, Canek saiu definitivamente da ilha em 1996, um ano após a morte da mãe, Hilda Beatriz Guevara Gadea e encetou o seu próprio caminho de «vagabundo profissional, observador internacional, antropólogo urbano, filósofo de supermercado, cronista do que carece de interesse, escritor de nada em concreto». Andarilho, anarquista, músico com passagens por bandas punk e de heavy metal, Canek também morreu prematuramente (aos 40 anos, em Janeiro de 2015), deixando inédita uma obra que prometia fazer dele, por mérito próprio, uma das vozes mais estimulantes da nova literatura latino-americana.

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