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Diario Sin Motocicleta

de Canek Sánchez Guevara
idioma: espanhol
Editor: PEPITAS DE CALABAZA, outubro de 2016 ‧
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Los textos que componen Diario sin motocicleta se sitúan entre el diario íntimo y el desnudo público, el relato de aventuras y el derroche de erudición, el ensayo temático y la crónica vital. Y el ingenio desbocado de su autor es el esqueleto de todos ellos. En ese ir y venir de la escritura, que va escurriéndose entre los géneros, como si ninguno se adaptara exactamente a su voluntad ni a su necesidad, acaba conformando un viaje maravillosamente estático, lleno de observaciones y reflexiones, en el que no hay cuestión humana que se escape a la mirada reflexiva de Canek. El resultado ùuna parte importante del mundo reunido en un paquete de cuartillas escritasù es este libro: páginas divertidas, sabias, benévolas, cultas, vitalistas y nada autocomplacientes que componen una auténtica delicia intelectual. Diario sin motocicleta fue originalmente publicado por entregas en México en la revista dominical del diario Milenio. Este volumen, que cuenta con un prólogo de Jesús Anaya, es el primero de cuatro tomos que contienen la totalidad de esos textos que editaremos a razón de uno por año, según el siguiente plan: volumen 1: Europa (Francia, Italia, Portugal y España); volumen 2: México y Guatemala; volumen 3: El Salvador, Honduras, Nicaragua, Costa Rica y Panamá; y volumen 4: Ecuador, Perú, México y Panamá.

Diario Sin Motocicleta

de Canek Sánchez Guevara

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415862628
Editor: PEPITAS DE CALABAZA
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Espanhol
Dimensões: 145 x 208 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 278
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9788415862628

SOBRE O AUTOR

Canek Sánchez Guevara

Canek Sánchez Guevara, nascido em Cuba em Maio de 1974, começou a chamar a atenção do mundo, primeiro por uma questão genética: era neto do icónico guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara (1928-1967), que se tornou imagem de marca dos ideais românticos da revolução cubana. A essa condição, suficiente para aguçar a curiosidade, juntava-se a visão muito crítica do regime de Fidel Castro, que Canek nunca escamoteou, embora recusasse fazer disso um modo de vida. Politicamente, definia-se como «anarquista, libertário, liberal ultrarradical, democrata subterrâneo, comunista-individualista, ego-socialista. Enfim, qualquer coisa que não me seja imposta e que eu não possa impor aos demais.» Com uma infância repartida por vários países e a adolescência vivida em Cuba, Canek saiu definitivamente da ilha em 1996, um ano após a morte da mãe, Hilda Beatriz Guevara Gadea e encetou o seu próprio caminho de «vagabundo profissional, observador internacional, antropólogo urbano, filósofo de supermercado, cronista do que carece de interesse, escritor de nada em concreto». Andarilho, anarquista, músico com passagens por bandas punk e de heavy metal, Canek também morreu prematuramente (aos 40 anos, em Janeiro de 2015), deixando inédita uma obra que prometia fazer dele, por mérito próprio, uma das vozes mais estimulantes da nova literatura latino-americana.

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