Thomas de Quincey
Menino prodígio, ávido leitor em criança, precoce classicista, Thomas de Quincey (1785-1859) fez de tudo para fugir aos epítetos que lhe queriam colar ao epitáfio. Na adolescência fugiu da escola para passar Invernos na penúria, a vadiar pelas ruas; na juventude entrou em Oxford, mas saiu de lá sem o diploma porque não compareceu ao último exame. Viciado no ópio e afogado em dívidas, escreveu mais de duas centenas de artigos de filosofia, história, estética, crítica literária e política, muitos deles reunidos nos livros Confissões de Um Opiómano Inglês (1821) ou O Assassínio como Uma das Belas-Artes. Com uma escrita subversiva e refinada que é uma verdadeira uma lição de humor negro e de retórica, os seus ecos repercutem-se ainda hoje no fascínio das artes — e do público — pelo terror, o crime, o lado negro da vida.
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bibliografia
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10%Do Assassínio Como uma das Belas-ArtesAntígona11-202113,00€ 10% CARTÃO
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10%O Camponês de Portugal | The Peasant of PortugalEstratégias Criativas11-202010,00€ 10% CARTÃO
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Confissões de Um Opiómano InglêsAlfabeto03-201114,00€
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10%Os Últimos Dias de Immanuel KantRelógio D'Água09-20038,59€ 10% CARTÃO
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Judas Iscariotes& Etc.04-20039,50€
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Confissões de um Opiómano InglêsContexto04-19896,34€
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Do Assassínio como uma das Belas ArtesEditorial Estampa04-19714,00€