António Almeida
António Almeida, natural da ilha de São Vicente, nasceu a 10 de junho de 1953.
Dias após o seu nascimento, recolheu com a mãe à ilha vizinha de Santo Antão (Ponta do Sol), terra dos seus progenitores, onde viveu, cresceu e aprendeu valores como o respeito e amar o próximo.
Na adolescência, sob influência de uma prima do lado materno (Albertina Lima), que trabalhava para um casal português (Alferes João Coelho e esposa Fernanda Coelho); Toni, (apelidado assim carinhosamente pela família), juntou-se ao trabalho desta representação militar da brigada cartográfica como porta-mira e com eles partiu para São Nicolau.
Nove meses depois uma nova comissão, desta vez na ilha da Boa Vista, para além do salário, fora sempre tratado como um filho, entre muitas aprendizagens, sobressai a importância da pontualidade, diretriz ao respeito como valor recíproco.
Quando se deu o 25 de Abril de 1974, depois da sua experiência como recruta no Centro de Instrução do Morro Branco, embarcou para Lisboa, ainda como português da colónia.
Entrou nos quadros da empresa Carris de Ferro de Lisboa, inicialmente como cobrador dos autocarros e elétricos, depois como Guarda-Freio, o que permitiu-lhe conduzir todos os tipos de carros elétricos durante 22 anos, desempenhou também o cargo de controlador de tráfico, adquirindo assim uma vasta experiência e conhecimento, particularmente quando retomou os estudos em horário pós laboral, fazendo o curso geral de mecânica, na Escola Industrial Afonso Domingues e posteriormente concluiu o curso complementar na área de Letras no Liceu D. Dinis em Lisboa.
A sua carreira profissional, foi interrompida após ser atropelado em serviço no dia 13/04/2004, devido a este trágico acidente, viu-se obrigado a finalizar uma carreira laboral sólida e duradoura, em julho de 2006.
Dias após o seu nascimento, recolheu com a mãe à ilha vizinha de Santo Antão (Ponta do Sol), terra dos seus progenitores, onde viveu, cresceu e aprendeu valores como o respeito e amar o próximo.
Na adolescência, sob influência de uma prima do lado materno (Albertina Lima), que trabalhava para um casal português (Alferes João Coelho e esposa Fernanda Coelho); Toni, (apelidado assim carinhosamente pela família), juntou-se ao trabalho desta representação militar da brigada cartográfica como porta-mira e com eles partiu para São Nicolau.
Nove meses depois uma nova comissão, desta vez na ilha da Boa Vista, para além do salário, fora sempre tratado como um filho, entre muitas aprendizagens, sobressai a importância da pontualidade, diretriz ao respeito como valor recíproco.
Quando se deu o 25 de Abril de 1974, depois da sua experiência como recruta no Centro de Instrução do Morro Branco, embarcou para Lisboa, ainda como português da colónia.
Entrou nos quadros da empresa Carris de Ferro de Lisboa, inicialmente como cobrador dos autocarros e elétricos, depois como Guarda-Freio, o que permitiu-lhe conduzir todos os tipos de carros elétricos durante 22 anos, desempenhou também o cargo de controlador de tráfico, adquirindo assim uma vasta experiência e conhecimento, particularmente quando retomou os estudos em horário pós laboral, fazendo o curso geral de mecânica, na Escola Industrial Afonso Domingues e posteriormente concluiu o curso complementar na área de Letras no Liceu D. Dinis em Lisboa.
A sua carreira profissional, foi interrompida após ser atropelado em serviço no dia 13/04/2004, devido a este trágico acidente, viu-se obrigado a finalizar uma carreira laboral sólida e duradoura, em julho de 2006.