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Who Rules The World? Audiolivro

de Noam Chomsky
idioma: inglês
Editor: PENGUIN BOOKS LTD, maio de 2016 ‧
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Examines America's pursuit and exercise of power in a post 9/11 world. Drawing on examples ranging from expanding drone assassination programs to civil war in Syria to the violence in Iraq, Iran, Afghanistan, Israel and Palestine, the author offers insights into the workings of imperial power in our increasingly chaotic planet.

Who Rules The World?

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9780241979037
Editor: PENGUIN BOOKS LTD
Data de Lançamento: maio de 2016
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Tamanho Ficheiro B
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Guias Turísticos e Mapas > Ásia Pacífico e Oceânia
EAN: 9780241979037

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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