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Poems Of William Blake Audiolivro

de William Blake; Narrado por: Sam Stinson
idioma: inglês
Editor: Old Classics Audiobooks, dezembro de 2022 ‧
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Audiobook Summary:
1 - Songs of Innocence
2 - Songs of Experience
3 - The Book of Thel

Songs of Innocence and of Experience: Shewing the Two Contrary States of the Human Soul are two books of poetry by the English poet and painter, William Blake. Although Songs of Innocence was first published by itself in 1789, it is believed that Songs of Experience has always been published in conjunction with Innocence since its completion in 1794.

Songs of Innocence mainly consists of poems describing the innocence and joy of the natural world, advocating free love and a closer relationship with God, and most famously including Blake's poem The Lamb. Its poems have a generally light, upbeat and pastoral feel and are typically written from the perspective of children or written about them.

Directly contrasting this, Songs of Experience instead deals with the loss of innocence after exposure to the material world and all of its mortal sin during adult life, including works such as The Tyger. Poems here are darker, concentrating on more political and serious themes. Throughout both books, many poems fall into pairs, so that a similar situation or theme can be seen in both Innocence and Experience. Many of the poems appearing in Songs of Innocence have a counterpart in Songs of Experience with opposing perspectives of the world. The disastrous end of the French Revolution caused Blake to lose faith in the goodness of mankind, explaining much of the volume's sense of despair. Blake also believed that children lost their innocence through exploitation and from a religious community which put dogma before mercy.

He did not, however, believe that children should be kept from becoming experienced entirely. In truth, he believed that children should indeed become experienced but through their own discoveries, which is reflected in a number of these poems. Blake believed that innocence and experience were "the two contrary states of the human soul", and that true innocence was impossible without experience.

The Book of Thel is a poem by William Blake, dated 1789 and probably worked on in the period 1788 to 1790. It is illustrated by his own plates, and is relatively short and easy to understand, compared to his later prophetic books. The metre is a fourteen-syllable line. It was preceded by Tiriel, which Blake left in manuscript. A few lines from Tiriel were incorporated into The Book of Thel. This book consists of eight plates executed in illuminated printing. 15 copies of original print of 1789-1793 are known. Two copies have watermark of 1815, which are more elaborately colored than the others.

Poems Of William Blake

de William Blake; Narrado por: Sam Stinson

Propriedade Descrição
ISBN: 9791222040820
Editor: Old Classics Audiobooks
Data de Lançamento: dezembro de 2022
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 54 minutos
Tamanho Ficheiro 27.76 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Literatura > Poesia
EAN: 9791222040820

SOBRE O AUTOR

William Blake

William Blake (Londres, 28 de novembro de 1757 — Londres, 12 de agosto de 1827) foi um poeta, tipógrafo e pintor inglês, sendo a sua pintura definida como pintura fantástica.
Blake viveu num período significativo da história, marcado pelo iluminismo e pela Revolução Industrial na Inglaterra. A literatura estava no auge do que se pode chamar de clássico "augustano", uma espécie de paraíso para os conformados às convenções sociais, mas não para Blake que, nesse sentido era romântico, "via o que muitos se negavam a ver: a pobreza, a injustiça social, a negatividade do poder da Igreja Anglicana e do estado."
Blake nasceu na "28ª Broad Street", no Soho, Londres, numa família de classe média. O seu pai era um fabricante de roupas e a sua mãe cuidava da educação de Blake e dos seus três irmãos. Logo cedo a bíblia teve uma profunda influência sobre Blake, tornando-se uma das suas maiores fontes de inspiração.
Desde muito jovem Blake dizia ter visões. A primeira delas ocorreu quando ele tinha cerca de nove anos, ao declarar ter visto anjos pendurando lantejoulas nos galhos de uma árvore. Mais tarde, num dia em que observava preparadores de feno a trabalhar, Blake teve a visão de figuras angelicais caminhando entre eles.
Com pouco mais de dez anos de idade, Blake começou a estampar cópias de desenhos de antiguidades Gregas comprados pelo seu pai, além de escrever e ilustrar as suas próprias poesias.
Em 40 de agosto de 1772, Blake tornou-se aprendiz do famoso estampador James Basire. Essa aprendizagem, que se estendeu até aos seus vinte e um anos, fez de Blake um profissional na arte. Segundo os seus biógrafos, a sua relação era harmoniosa e tranquila.
Dentre os trabalhos realizados nesta época, destaca-se a estampagem de imagens de igrejas góticas Londrinas, particularmente da igreja Westminster Abbey, onde o estilo próprio de Blake floresceu.
Em 1779, Blake começou os seus estudos na Academia Real Inglesa, uma respeitada instituição artística londrina. A sua bolsa de estudos permitia que não pagasse pelas aulas, contudo o material requerido nos seis anos de duração do curso deveria ser providenciado pelo aluno.
Este período foi marcado pelo desenvolvimento do caráter e das ideias artísticas de Blake, que iam de encontro às dos seus professores e colegas.
Em 1782, após um relacionamento feliz que terminou com uma recusa à sua proposta de casamento, Blake casou-se com Catherine Boucher. Blake ensinou-a a ler e escrever, além de tarefas de tipografia. Catherine retribuiu ajudando Blake devotamente nos seus trabalhos, durante toda sua vida.
Blake escreveu e ilustrou mais de vinte livros, incluindo "O livro de Jó" da Bíblia, "A Divina Comédia" de Dante Alighieri - trabalho interrompido pela sua morte - além de títulos de grandes artistas britânicos da sua época. Muitos dos seus trabalhos foram marcados pelos seus fortes ideais libertários, principalmente nos poemas do livro Songs of Innocence and of Experience ("Canções da Inocência e da Experiência"), onde ele apontava a igreja e a alta sociedade como exploradores dos fracos.
No primeiro volume de poemas, Canções da inocência (1789), aparecem traços de misticismo. Cinco anos depois, Blake retoma o tema com Canções da experiência estabelecendo uma relação dialética com o volume anterior, acentuando a malignidade da sociedade. Inicialmente publicados em separado, os dois volumes são depois impressos em Canções da inocência e da experiência - Revelando os dois estados opostos da alma humana.
William Blake expressa a sua recusa ao autoritarismo em Não há religião natural e Todas as religiões são uma só, textos em prosa publicados em 1788. Em 1790, publicou a sua prosa mais conhecida, O matrimônio do céu e do inferno, em que formula uma posição religiosa e política revolucionária na época: "a negação da realidade da matéria, da punição eterna e da autoridade".
Apesar do seu talento, o trabalho de gravador era muito concorrido na sua época, e os livros de Blake eram considerados estranhos pela maioria. Devido a isto, Blake nunca alcançou fama significativa, vivendo muito próximo à pobreza.
No dia da sua morte, Blake trabalhava exaustivamente em A Divina Comédia de Dante Alighieri, apesar da péssima condição física que culminaria no seu fim. O seu funeral, bastante humilde, foi pago pelo responsável pelas ilustrações do livro, e apesar da sua situação financeira constantemente precária, Blake morreu sem dívidas.
Hoje Blake é reconhecido como um santo pela Igreja Gnóstica Católica, e o prémio Blake Prize for Religious Art (Prémio Blake para Arte Sacra) é entregue anualmente na Austrália em sua homenagem.

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