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O Ano do Pensamento Mágico Audiolivro

de Joan Didion
Livro eBook Audiolivro
Editor: Cultura Editora, Janeiro de 2022 ‧
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Audiolivro para WOOK READER
Livro vencedor do National Book Award
A vida muda num instante. Num dia normal.
É assim que Joan Didion inicia a sua viagem pela memória do ano mais transformador da sua vida, começando na noite em que o seu marido, o escritor John Dunne, com quem foi casada mais de 30 anos, morre de ataque cardíaco, e a sua única filha está em coma no hospital. Com uma escrita tão assertiva como limpa, tão honesta como desarmante, Didion investiga os vivos que sobrevivem aos mortos, revelando, através da sua experiência pessoal, aquilo que é universal a todos: a dor da perda, a necessidade da superação quando tudo parece inútil.

Num registo por vezes jornalístico, recorrendo a estudos, especialistas ou a poemas e obras de arte, outras vezes confessional e literário, mas escapando da autopiedade, Didion deixa o fluxo da sua consciência viajar pelas memórias do casamento, pela experiência da maternidade e da escrita, recordações que emergem a cada momento, quando trata do funeral do marido ou visita a filha inconsciente no hospital.

O Ano do Pensamento Mágico

de Joan Didion

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899039124
Editor: Cultura Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2022
Idioma: Português
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 6 horas e 12 minutos
Tamanho Ficheiro 190.95 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789899039124

Dilacerante e inspirador

Sara Pereira

Mais do que o ponto de vista da mulher que perde o seu companheiro de vida, esta é a verdadeira história de todos, a história do luto e da perda. É a visão de quem olha a dor de dentro, e os pensamentos mais íntimos sobre esse estado. Não deixa de ser um livro brutalmente inspirador.

O Ano do Pensamento Mágico

Ana Nascimento

Um livro que ajudou-me a superar a perda de alguém que amava e partiu para sempre. Excelente, só quem o lê compreende.

"A vida muda num instante. Num dia normal."

SusanaFonseca

Comecei a ler este pequeno livro a semana passada e pensei que o ia ler em dois dias, mas levei precisamente sete para chegar ao fim das suas perto de 180 páginas. Não é nada do que habitualmente leio, mas acho que é um livro que nos faz falta a todos, de alguma forma. Não conhecia a carreira da Joan Didion nem do seu marido e dei por mim a pesquisar sobre eles, sobre as obras que escreveram, sobre a vida que tiveram. Mesmo que não tivesse ficado mais nada, ficaria a cultura geral que me obriguei a pesquisar e assimilar. Joan escreveu como quem pensa em voz alta e é isso que, por um lado torna este livro maravilhoso e, por outro, lhe coloca detalhes excessivos sobre ruas, pessoas e lugares que não são nossos e em alguns momentos me fez pousar o livro. Nestas páginas Joan permite-nos presenciar a forma como viveu a perda do seu companheiro de vida e de trabalho. Foram 40 anos partilhados. A dor, a culpa, a dúvida, a angústia, a ausência, o silêncio, a esperança e os detalhes. Tudo isto vivido enquanto a única filha luta pela vida. Não é uma obra literária. Não é um romance. Não é um thriller. Mas é um livro que nos obriga a olhar para o outro e para o momento presente sem merdas porque "a vida muda num instante. Num dia normal."

Ninguém fica indiferente

Ana P.

A vida muda de um momento para o outro e Joan Didion, com este livro já emblemático e com uma voz única, transmite ao leitor uma experiência traumática que precisou de enfrentar. Olhando para o tema por vários pontos de vista, Didion oferece-nos uma leitura pungente e, até certo ponto, desconstruída, sobre a perda e a vida depois dela. É um livro único, mesmo.

Uma ausência sempre presente...

Maria Sobral Velez

Um livro simples, de fácil leitura que nos nos auxilia , quando temos de encarar a morte súbita, imprevista , sempre inexplicável, de alguém que fez parte da nossa vida... É preciso aprender a viver com a ausência, no ano mais difícil do luto, é preciso acreditar na capacidade mágica do pensamento...

Dor e luto

Tânia Maia

Um livro que conta a dor da perda, a capacidade e necessidade de fazer o luto... Uma leitura simples, fácil e ao mesmo tempo intensa e triste que dá vontade de não parar de ler!

Aceitar a perda

SMC

Joan Didion perdeu o marido. Voltará a escrever? Sobrevive? A sua reação é normal? Aliás, o que é normal? Um livro sobre a perda e as memórias, entrelaçada com a busca incessante de respostas na literatura.

Um ano para lembrar

Ricardo Pereira Reis

Duma forma directa e intensa, Joan Didion confronta-nos com a dor e com a esperança. Um livro que traz luz para quem o lê em busca de empatia. Recomendo.

Extraordinário

Liliana Bernardo

De uma simplicidade e verdade que nos toca profundamente na alma. Uma história triste, uma história de luta, de força, de provação que nos faz pensar que a vida é tão curta e que temos que viver como se não houvesse amanhã. Recomendo a leitura.

Fabuloso

Flávia

Foi para mim, um livro tão emotivo que não consigo expressar sequer as emoções que vivi ao longo das páginas! É dor, luto, sofrimento e acima de tudo..luta! Porque a vida muda mesmo num instante, num dia normal!!

Magnífico

Dulce Garcia

Um livro que trata o luto e a dor como poucos alguma vez o fizeram.

Imperdível

Emanuel Silva

É com toda a justiça considerado um dos melhores livros de não-ficção de sempre. Uma história verdadeira e tão melancólica quanto inspiradora de luto e aprendizagem da luz no meio de tanta sombra. Em boa hora aparece esta nova e cuidada edição.

SOBRE O AUTOR

Joan Didion

Joan Didion (1934–2021), premiada e aclamada escritora americana, foi autora de romances, obras de não ficção, peças de teatro e filmes. O seu estilo jornalístico, que o The New York Times descreveu como «elegante, sofisticado e irónico», fez de Didion uma voz literária que revelou com superior acutilância, durante décadas, a identidade da América.
Em 2005, Didion recebeu a Medalha de Ouro da Academia Americana de Artes e Letras; dois anos depois, foi distinguida pela National Book Foundation pelo estimado contributo para a crítica e escrita americanas, elogiada na ocasião da seguinte forma: «Didion é uma observadora incisiva da política e da cultura dos Estados Unidos há mais de quarenta anos. Tem lugar reservado na literatura americana, sendo merecedora da admiração de várias gerações de escritores e jornalistas.» Em 2013, recebeu do então presidente Barack Obama a Medalha Nacional de Humanidades.
Dela própria, Didion disse uma vez: «Só escrevo para descobrir o que penso, o que procuro, o que vejo e o que isso significa.»

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