10% de desconto

Noites Brancas Audiolivro

de Fiódor Dostoiévski; Narrado por: Vinícius Léscio
idioma: português do brasil
Editor: Public Play, março de 2026 ‧
3,49€
3,14€
10% DESCONTO IMEDIATO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Audiolivro para WOOK READER
"Ambientada nas melancólicas ""noites brancas"" de São Petersburgo, esta é a história de um Sonhador, um jovem solitário cuja vida é consumida por fantasias. Sua rotina muda quando ele conhece Nástienka, uma jovem que também se sente sozinha e que está esperando o retorno de seu amado, que prometeu se casar com ela. Ao longo de quatro noites intensas, o Sonhador se apaixona por Nástienka e se torna seu confidente. No entanto, quando o antigo amor dela reaparece, Nástienka o abandona instantaneamente. O conto é uma reflexão agridoce sobre a solidão, a beleza da ilusão e a dor de um amor que só existiu plenamente na fértil imaginação do Sonhador."

Noites Brancas

de Fiódor Dostoiévski; Narrado por: Vinícius Léscio

Propriedade Descrição
ISBN: 9786560931251
Editor: Public Play
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 2 horas e 41 minutos
Tamanho Ficheiro 85.44 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786560931251

SOBRE O AUTOR

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR