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Lazarus Audiolivro

de Leonid Andréev; Narrado por: Tom Burton
idioma: inglês
Editor: Winooski Tyne Classics, Janeiro de 2025 ‧
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"When Lazarus rose from the grave, after three days and nights in the mysterious thraldom of death, and returned alive to his home, it was a long time before anyone noticed the evil peculiarities in him that were later to make his very name terrible." One of Andreyev's best-known short stories, "Lazarus" follows the Eastern Orthodox tradition that Lazarus never smiled again, and it explores what happened to the biblical figure after his resurrection from the dead. The unsettling coldness that exudes from the man who cheated death cannot be denied by anyone who meets him. As his notoriety increases, few can resist the chance of an audience with the man who has seen beyond the realms of life, but be they urchin or Emperor, none can stand to be in the presence of Lazarus for long. "Lazarus", first published in Russian in 1906, deals with themes of faith, mortality and the human condition. This recording is based on a translation by Thomas Seltzer.

Lazarus

de Leonid Andréev; Narrado por: Tom Burton

Propriedade Descrição
ISBN: 4067248164822
Editor: Winooski Tyne Classics
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 56 minutos
Tamanho Ficheiro 34.32 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Literatura > Romance
EAN: 4067248164822

SOBRE O AUTOR

Leonid Andréev

Leonid Andréev (1871-1919), génio louco e revoltado, é um dos autores mais importantes da literatura russa do século XX, famoso por obras como Os Sete Enforcados (1904) e O Riso Vermelho (1908). Leitor voraz de Schopenhauer, Dostoiévski e Nietzsche, estudou Direito em São Petersburgo e Moscovo, e cedo se tornou prisioneiro do álcool e de tendências suicidas. Foi dramaturgo, fotógrafo e militante anticzarista. Laços de amizade uniam-no a Gorki, com quem se desentendeu devido à publicação do conto As Trevas. Legou-nos a sensibilidade desenfreada de uma escrita intrépida, uma obra magistral pautada pelo fatalismo e uma voz premonitória que ecoa na modernidade e nos seus condenados e algozes. Intitulava-se um apóstolo da autoaniquilação, versando como ninguém o caos do mundo e a loucura e as tragédias do seu semelhante. Encarava o terror bolchevique como um mal absoluto e exilou-se na Finlândia, onde morreu só e na penúria. A sua obra foi censurada pelas autoridades soviéticas até ao final da década de 1950.

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