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Elogio Da Loucura Audiolivro

de Erasmo de Roterdão; Narrado por: Alberto Eloy
idioma: português do brasil
Editor: Hedra, agosto de 2025 ‧
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Elogio da loucura (Moriae Encomium, sive Stultitiae Laus, 1509) foi escrito durante viagem a Inglaterra para uma visita a seu grande amigo Thomas More. Publicado em 1511, foi sem dúvida um dos maiores sucessos editoriais do século XVI e permanece ainda como o livro mais conhecido de Erasmo. Sátira cujos antecedentes encontram-se no estilo de Luciano de Samosata, autor de predileção de Erasmo e More, o Elogio foi, por sua vez, uma influência para Rabelais, Cervantes e Voltaire. Segundo o próprio Erasmo, tratava-se de uma obra moralizante, espelho em chave cômica de seu tratado Manual do soldado cristão, reflexão sobre os ensinamentos cristãos e as práticas diárias que adviriam de sua aceitação como doutrina.

Elogio Da Loucura

de Erasmo de Roterdão; Narrado por: Alberto Eloy

Propriedade Descrição
ISBN: 9788577159802
Editor: Hedra
Data de Lançamento: agosto de 2025
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 6 horas e 41 minutos
Tamanho Ficheiro 205.99 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788577159802

SOBRE O AUTOR

Erasmo de Roterdão

Erasmo de Roterdão nasceu em Roterdão a 28 de outubro de 1466 e faleceu em Basileia a 12 de julho de 1536. Foi oi um teólogo e um humanista que viajou por toda a Europa, inclusive Portugal.

Erasmo cursou o seminário com os monges agostinianos e realizou os votos monásticos aos 25 anos, vivendo como tal, sendo um grande crítico da vida monástica e das características que julgava negativas na Igreja Católica. Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou seus estudos na Universidade de Paris, então o principal centro da escolástica, apesar da influência crescente do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália. Erasmo optou por uma vida de académico independente, independente de país, independente de laços académicos, de lealdade religiosa e de tudo que pudesse interferir com a sua liberdade intelectual e a sua expressão literária.

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