10% de desconto

Ecce Homo Audiolivro

Cómo Se Llega A Ser Lo Que Se Es

de Friedrich Nietzsche; Narrado por: Artur Mas
idioma: espanhol
Editor: AMA Audiolibros, maio de 2025 ‧
5,49€
4,94€
10% DESCONTO IMEDIATO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Audiolivro para WOOK READER
"Ecce Homo: Cómo se llega a ser lo que se es", es una obra autobiográfica del propio Nietzsche, escrita en 1888, poco antes de su colapso mental. En este texto, Nietzsche reflexiona sobre su vida, su filosofía y el significado de sus obras. La obra está compuesta por varios capítulos, cada uno dedicado a un aspecto de su vida o a sus libros principales. Es un texto tanto de autoanálisis como de autopromoción, en el que Nietzsche utiliza un tono irónico, provocador y a veces mesiánico. En el prólogo Nietzsche plantea la pregunta "¿Cómo se llega a ser lo que se es?" y ofrece una reflexión sobre la importancia de ser fiel a uno mismo, rechazando las imposiciones culturales y religiosas. Durante la obra, habla de su salud, dieta, y hábitos, considerándolos elementos cruciales en su proceso de pensamiento. Nietzsche presenta su filosofía como una alternativa vital y audaz frente al nihilismo de su época. En el capítulo dedicado a sus obras, Nietzsche comenta algunos de sus libros, explicando su contexto y relevancia en su desarrollo filosófico.

Ecce Homo

Cómo Se Llega A Ser Lo Que Se Es

de Friedrich Nietzsche; Narrado por: Artur Mas

Propriedade Descrição
ISBN: 4070169840201
Editor: AMA Audiolibros
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Espanhol
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 5 horas e 2 minutos
Tamanho Ficheiro 163.47 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 4070169840201

SOBRE O AUTOR

Friedrich Nietzsche

Um dos filósofos emblemáticos dos finais século XIX, nasceu em 1844, em Röcken, e morreu em 1900, atacado pela demência, em Weimar. As suas reflexões caracterizam-se por uma violenta crítica aos valores da cultura ocidental.

Com efeito, para Nietzsche, a decadência do Ocidente começou quando o discurso filosófico, depois de Sócrates, veio afastar a síntese que se realizara na tragédia grega, substituindo a harmonia apolíneo/dionisíaco (representando a ambivalência da essência humana, dividida entre a desmesura passional e a medida racional) por um discurso das aparências, enganador e ilusório, que transforma a realidade autêntica em metáforas ocas. Esse processo de desvitalização encontrará o apogeu com a afirmação da moral judaico-cristã, «moral de escravos», reflexo de uma maquinação hipócrita de indivíduos débeis, ignóbeis e vis numa tentativa de enfraquecer e dominar pela astúcia os valorosos.
A crítica nietzschiana acaba mesmo por abranger os fundamentos da razão, considerando que o erro e o devaneio estão na base dos processos cognitivos e que a fé na ciência, como qualquer fé em verdades absolutas, não passa de uma quimera.
Não se limitando, porém, à denúncia de um estado de espírito dominado pela submissão a valores ancestrais, impotentes para criar algo de novo e propagando a obediência e a servidão como princípios supremos, ao proclamar a «morte de Deus» e a abolição de qualquer tutela, Nietzsche passa ao anúncio de uma nova era centrada na exaltação da vontade de poder, apanágio do homem verdadeiramente livre, o super-homem, que não conhece outros ditames além dos que ele próprio fixa. No entanto, o super-homem não é unicamente dominado pelo egoísmo, cabendo-lhe dirigir a «massa», anónima e ignorante, para um estádio superior em que os valores vitais, a alegria e a espontaneidade permitam a reafirmação do instinto criador da humanidade.

Pensador paradoxal, associa ao super-homem a consciência do eterno retorno, procurando, talvez, exprimir o aspeto cíclico dos movimentos históricos ou a impossibilidade de, alguma vez, ser atingido um grau supremo de perfeição no devir do Homem.
Expressando-se de forma aforística e mantendo todas as suas afirmações no limiar da inteligibilidade imediata, Nietzsche foi um filósofo ímpar, tão inovador como polémico: ao exaltar, em detrimento da razão, a faculdade da vontade como núcleo da essência humana e verdadeiro motor do devir e colocando-se numa posição de profundo ceticismo face aos fundamentos da ética e da moral, abalou profundamente os pilares do racionalismo, sendo por isso considerado como um dos «filósofos da suspeita» (ao lado de Marx e Freud), na esteira da «crise da razão» que marcou profundamente a filosofia no século XX. Entre as suas obras são de destacar:
A Origem da Tragédia (1872), Humano, Demasiado Humano (1878), Aurora (1881), A Gaia Ciência (1882), Assim Falou Zaratustra (1883-85), Para além do Bem e do Mal (1886), A Vontade de Poder (1886, editado em 1906), A Genealogia da Moral (1887), Ecce Homo (1888), O Anticristo (1888).

(ver mais)

DO MESMO AUTOR