Discourse On Method, Meditations On The First Philosophy, And Principles Of Philosophy Audiolivro

de Descartes
idioma: inglês
Editor: Blackstone Publishing, outubro de 2009 ‧
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This three-part work includes A Discourse on Method, Meditations on the First Philosophy, and Principles of Philosophy.

By calling everything into doubt, Descartes laid the foundations of modern philosophy. With the celebrated words "I think, therefore I am," his compelling argument swept aside ancient and medieval traditions. He deduced that human beings consist of minds and bodies, that these are totally distinct "substances," and that God exists and that he ensures we can trust the evidence of our senses. Ushering in the "scientific revolution" of Galileo and Newton, his ideas have set the agenda for debate ever since. His philosophical methods and investigation changed the course of Western philosophy and led to or transformed the fields of metaphysics, epistemology, physics, mathematics, political theory, and ethics.

Discourse On Method, Meditations On The First Philosophy, And Principles Of Philosophy

de Descartes

Propriedade Descrição
ISBN: 9781481569293
Editor: Blackstone Publishing
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Tamanho Ficheiro B
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9781481569293

SOBRE O AUTOR

Descartes

René Descartes nasceu em La Haye (hoje Descartes), no departamento francês de Indre-et-Loire. Com oito anos, ingressou no Colégio Jesuíta Royal Henry-Le-Grand em La Flèche. Tinha bastante liberdade e era apreciado pelos professores, mas declarou no Discurso sobre o método deceção com o ensino escolástico. Depois, seguiu seus estudos, graduando com Bacherelato e Licenciatura em Direito em 1616, pela universidade de Poitiers. No entanto, Descartes nunca exerceu Direito, e em 1618 alistou-se no exército do Príncipe Maurício de Nassau, com a intenção de seguir carreira militar. Mas se declarava menos um ator do que um espectador: antes ouvinte numa escola de guerra do que verdadeiro militar. Conheceu então Isaac Beeckman, e compôs um pequeno tratado sobre música intitulado Compendium Musicae. É nessa época também que escreve Larvatus prodeo (Eu caminho mascarado). Em 1619, viajou até a Alemanha e no dia 10 de novembro teve uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico. Em 1622, ele retornou a França e passou os seguintes anos em Paris a algumas outras partes da Europa. Em 1628, ele compôs as Regulae ad directionem ingenii (Regras para a Direção do Espírito), e partiu para os Países Baixos, onde morou até 1649, mas mudando de endereço frequentemente. Em 1629 começou a trabalhar em Tratado do Mundo, uma obra de física, que deveria defender a tese do heliocentrismo, mas em 1633, quando Galileu foi condenado, Descartes abandonou seus planos de publicá-lo. Em 1635, a filha ilegítima de Descartes, Francine, nasceu. Ela foi batizada no dia 7 de agosto de 1635. Sua morte em 1640 foi um grande baque para Descartes. Em 1637, ele publicou três pequenos resumos de sua obra científica: A Dióptrica, Os Meteoros e A Geometria mas é o prefácio dessas obras que continua sendo lido até hoje: o Discurso sobre o método. Em 1641, aparece sua obra mais conhecida: as Meditações Sobre a Filosofia Primeira, com os primeiros seis conjuntos de Objeções e Respostas. Os autores das objeções são: do primeiro conjunto, o téologo holandês Johan de Kater; do segundo, Mersenne; do terceiro, Thomas Hobbes; do quarto, Arnauld; do quinto, Gassendi; e do sexto conjunto, Mersenne. Em 1642, a segunda edição das Meditações incluía uma sétima objeção, feita pelo jesuíta Pierre Bourdin, seguida de uma Carta a Dinet. Em 1643, a filosofia Cartesiana foi condenada pela Universidade de [|Utrecht]], e Descartes começou sua longa correspondência com Isabel da Boémia. Descartes publicou Os Princípios de Filosofia, uma espécie de manual cartesiano, e faz uma visita rápida a França em 1644, onde encontra o embaixador da França junto à corte sueca, Chanut, que o põe em contato com a rainha Cristina da Suécia. Nesta ocasião, teria declarado que o Universo é totalmente preenchido por um "éter" onipresente. Assim, a rotação do Sol, através do éter, criaria ondas ou redemoinhos, explicando o movimento dos planetas, tal qual uma batedeira. O éter também seria o meio pelo qual a luz se propaga, atravessando-o pelo espaço desde o Sol até nós. Em 1647 ele foi premiado com uma pensão pelo Rei da França e começou a trabalhar na Descrição do Corpo Humano. Ele entrevistou Frans Burman em Egmond-Binnen em 1648, resultando na Conversa com Burman. Em 1649 ele foi à Suécia a convite da Rainha Cristina, e suas Tratado das Paixões, que ele dedicou a Princesa Isabel, foram publicados. René Descartes morreu de pneumonia no dia 11 de fevereiro, 1650 em Estocolmo, Suécia, onde ele estava trabalhando como professor a convite da Rainha. Acostumado a trabalhar na cama até meio-dia, sua saúde por ter sofrido com as demandas da Rainha Christina - começavam seus estudos às 5 da manhã. Como um católico num país protestante, ele foi enterrado num cemitério de crianças não batizadas, em Adolf Fredrikskyrkan em Estocolmo. Depois, seus restos foram levados para a França e enterrados na Igreja de São Genevieve-du-Mont em Paris. Um memorial construído no século XVIII permanece na igreja sueca. Durante a Revolução Francesa seus restos foram desenterrados para irem para o Panthéon, ao lado de outros grandes pensadores franceses. A vila no vale Loire onde ele nasceu foi renomeada La Haye - Descartes. Em 1667, depois de sua morte, a Igreja Católica Romana colocou suas obras no Índice de Livros Proibidos.

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