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A Hora E Vez De Augusto Matraga Audiolivro

de João Guimarães Rosa; Narrado por: Rubens Caribé
idioma: português do brasil
Editor: Global Editora, maio de 2024 ‧
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Conto que encerra o livro "Sagarana", "A hora e vez de Augusto Matraga" traz a história de um homem sertanejo acostumado a se impor pela força em seu cotidiano. Nhô Augusto é a perfeita síntese do mandonismo local que se fez presente em tantas cidades brasileiras durante o século XX. Manejando de forma magistral o dilema universal entre o bem e o mal, João Guimarães Rosa construiu um enredo surpreendente, que leva os leitores a refletir acerca de seus instintos. A narrativa ocupa até hoje lugar de destaque na prosa moderna brasileira, graças aos cenários e às situações brilhantemente construídas por Guimarães Rosa, responsável por uma obra considerada por muitos como a mais impactante da literatura brasileira.

A Hora E Vez De Augusto Matraga

de João Guimarães Rosa; Narrado por: Rubens Caribé

Propriedade Descrição
ISBN: 9786556120157
Editor: Global Editora
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 2 horas e 9 minutos
Tamanho Ficheiro 66.27 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786556120157

SOBRE O AUTOR

João Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu em Cordisburgo, no interior de Minas Gerais. Numa entrevista de 1965, resume assim a sua biografia: «Sim, fui médico, rebelde, soldado. Foram etapas importantes de minha vida, e, a rigor, esta sucessão constitui um paradoxo. Como médico conheci o valor místico do sofrimento; como rebelde, o valor da consciência; como soldado, o valor da proximidade da morte...; e, para que isto não pareça demasiadamente simples, queria acrescentar que também configuram meu mundo a diplomacia, o trato com cavalos, vacas, religiões e idiomas.» Figura decisiva da literatura brasileira do século XX, publicou Sagarana (1946), Corpo de Baile (1956), Grande Sertão: Veredas (1956), Primeiras Estórias (1962) e Tutaméia (1967). Morreu subitamente aos 59 anos, três dias depois de tomar posse na Academia Brasileira de Letras, deixando vários inéditos e um singularíssimo arquivo literário, laboratório do seu trabalho radical sobre a língua literária.

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