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1984 Audiolivro

de George Orwell; Narrado por: Diogo Soares e Joana Rocha
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Editor: Dom Quixote, Janeiro de 2021 ‧
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Winston Smith é um membro do Partido. Trabalha no Ministério da Verdade, onde passa os dias mecanicamente a reescrever a história, de modo a ajustá-la às necessidades do governo. A cada dia que passa, a cada nova mentira, cresce nele uma revolta surda.Num mundo em guerra constante, sob a vigilância omnipresente das câmaras e dos Polícias do Pensamento, Winston é um homem profundamente só, preso a uma organização burocrática infernal. Até ao dia em que a quase desconhecida Julia lhe passa sorrateiramente um bilhete para a mão. E nesse dia a ideia de rebelião contra o sistema começa a ganhar forma.1984 é talvez a mais arrepiante e realista visão que a ficção nos deu acerca dos regimes totalitários.
Obra especulativa, projeta no futuro uma sociedade distópica e disfuncional, onde impera o Grande Irmão (ele próprio uma ficção dentro da ficção). A hipervigilância a que são submetidas as personagens, o sentimento prevalecente de paranóia, a autocensura servem aqui para profetizar a ditadura perfeita, onde nem a liberdade de pensamento sobrevive.
Clássico absoluto, que o tempo tem vindo a refinar, ganha ano após ano uma nova atualidade - porque as formas de totalitarismo evoluem, mas o seu objetivo último não: a abolição da memória e do julgamento crítico.

1984

de George Orwell; Narrado por: Diogo Soares e Joana Rocha

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722075183
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Português
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 10 horas e 29 minutos
Tamanho Ficheiro 321.25 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722075183

Leitura atual e perturbadora!

Vinícius Pires

"1984" retrata um regime totalitário que controla a verdade e a mente das pessoas. Vigilância e manipulação criam um ambiente opressor. A luta de Winston por liberdade mostra o poder esmagador do sistema. Provoca reflexões sobre controle social e perda da individualidade. Escrito há décadas, mas ainda atual.

Atual?!?!

Carla V

1984, é uma Leitura obrigatória. Um livro, com uma historia, que cada vez mais se aproxima daquilo que vivemos atualmente, e que nos faz pensar e encontrar semelhanças com a realidade do mundo nos dias de hoje.

Obra-prima

Pedro L.

"1984" de George Orwell é uma obra-prima distópica que explora de forma brilhante os perigos do totalitarismo. Com uma narrativa envolvente e personagens inesquecíveis, Orwell alerta-nos sobre a manipulação da verdade e a perda da liberdade individual. Um livro atemporal e profundamente impactante.

Clássico essencial

Daniela Soares

Um clássico que atravessa o tempo e que merece muito ser lido, especialmente nesta época que atravessamos, em que a liberdade e sobretudo, a privacidade, pode estar muitas vezes ameaçada.

Um livro intemporal

Ana Frade

Apesar de ter sido escrito em 1984, é um tema bastante atual. Uma escrita que prende desde o primeiro momento e que nos faz refletir sobre imensos aspectos da conjectura atual.

Assombroso...

Andreia M.

Este livro é assombroso... "...os melhores livros são aqueles que nos contam o que já sabemos." E se pensam que uma distopia assim era algo impossível de acontecer... pensem duas vezes.

Uma reflecção que todos deveríamos ter em conta.

Rute F

Um livro curto, mas muito rico. Um mundo onde tudo muda subitamente e onde perdemos noção se o passado é real ou fabricado. O livro podia ter mais 100 páginas para explicar melhor algumas das pontas soltas para entender melhor aquela sociedade. Recomendo imenso a leitura, para além de ser um livro rápido de ler é muito interessante a reflexão sobre a liberdade, será que vivemos num mundo realmente livre?

Uma sociedade totalitária onde a liberdade individual é suprimida e cada movimento dos cidadãos

Rute F

"1984" de George Orwell é um romance distópico que retrata uma sociedade totalitária onde a liberdade individual é suprimida e cada movimento dos cidadãos. Vemos todo este mundo pelos olhos do protagonista, o livro levanta questões profundas sobre controlo, verdade, manipulação e resistência. Uma leitura intensa que continua a ser incrivelmente relevante atualmente.

SOBRE O AUTOR

George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.

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